Ex-atriz mirim, Taty Goulart faz triste desabafo sobre o pai de sua filha que sequer quis conhecer a garotinha

Lembrada até hoje por seu papel em ‘Felicidade’ (1991), atriz é mãe solo.

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A maternidade, em muitos casos, se constrói a partir de escolhas e responsabilidades desiguais, especialmente quando a figura paterna opta por não se envolver.

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A atriz Tatyane Goulart, conhecida por papéis marcantes em produções da televisão brasileira, compartilhou sua experiência como mãe solo de Catarina, hoje com seis anos, expondo a ausência completa do pai da criança em sua vida desde a gestação.

Segundo Tatyane, essa ausência não se deu por circunstâncias externas, mas por uma decisão consciente do genitor, que nunca demonstrou interesse em conhecer ou participar do cotidiano da filha.

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Apesar da ausência paterna, a atriz afirmou que sempre teve o desejo de ser mãe e encarou o desafio com firmeza e autonomia. E hoje tem na filha uma querida companheira de jornada

Mesmo quando confrontada com uma resposta insensível do pai da criança durante a gestação, ela se manteve convicta de que seguiria com a gravidez e com a responsabilidade pela criação da filha, independentemente do apoio que pudesse ou não receber.

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Desde os primeiros meses de vida de Catarina, tramita na Justiça uma ação de alimentos, na tentativa de fixar um valor que o pai deve contribuir para o sustento da menina.

Tatyane relata frustração com a morosidade do processo, e afirma sentir que está pedindo um favor ao reivindicar algo que, por lei, é um dever compartilhado. Ela também critica a falta de clareza e celeridade nas decisões judiciais.

Além das implicações legais, a atriz destacou as dificuldades emocionais enfrentadas pela filha, que já demonstra, mesmo na infância, os efeitos do afastamento do pai. Em atividades escolares, Catarina começou a perceber a diferença em relação aos colegas e passou a questionar a ausência.

A criança chegou a expressar sentimentos de rejeição, o que levou Tatyane a buscar ajuda psicológica para lidar com a situação da forma mais saudável possível, protegendo a filha de fantasias que pudessem intensificar sua dor.

A história de Tatyane evidencia não apenas o peso da maternidade solo, mas também a necessidade de maior empatia e responsabilidade afetiva e legal por parte dos genitores ausentes.

Além disso, ressalta a urgência de um sistema judicial mais eficiente para garantir os direitos de crianças e mães que enfrentam essa realidade sozinhas.

Escrito por

Fabiana Batista Stos

Jornalista digital, com mais de 10 anos de experiência em criação de conteúdo dos mais diversos assuntos. Amo escrever e me dedico ao meu trabalho com muito carinho e determinação.