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O adeus à jovem Sther Barroso dos Santos, de 22 anos, foi marcado por lágrimas e revolta. Amigos e familiares lotaram o velório, muitos vestidos com camisas estampadas com o rosto da jovem, em uma tentativa de homenageá-la e, ao mesmo tempo, manter viva a lembrança de seus sonhos interrompidos.
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A mãe, Carina Couto, emocionada, pediu por justiça e desabafou: “Tirou a minha filha de mim. Eu não vou aguentar, ela era linda e cheia de planos. Eu quero justiça, quero a minha filha”.
De acordo com familiares, Sther teria sido morta após se recusar a sair de um baile funk com um traficante conhecido como Coronel, apontado como chefe do tráfico no Muquiço, em Guadalupe.
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O homem, identificado como Bruno da Silva Loureiro, possui 12 mandados de prisão em aberto e segue foragido. A família relatou ainda que o corpo da jovem foi entregue desfigurado na porta da casa da mãe, aumentando ainda mais a dor da perda.
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A irmã de Sther, Stefany, usou as redes sociais para expressar a indignação com a forma cruel como tudo aconteceu. “Você não só acabou com a vida da minha irmã quanto da minha família.”, publicou nas redes sociais.
Sther, que já havia morado com a família no Muquiço, decidiu se mudar para a Vila Aliança na tentativa de se afastar das investidas de Coronel, com quem teria tido um relacionamento no passado. O atestado de óbito confirmou que a jovem sofreu traumatismo craniano, hemorragia cerebral e politraumas.
Amigos próximos relembraram os sonhos de Sther: terminar os estudos, conquistar um espaço no mercado de trabalho, fazer cursos e até adotar um cachorro. Planos simples, mas que foram arrancados de forma precoce.
Enquanto a Delegacia de Homicídios da Capital investiga o caso, familiares e amigos exigem que a justiça seja feita e que o sofrimento causado pela perda da jovem não caia no esquecimento. Para todos que conviveram com Sther, o que resta agora é o vazio da saudade e a esperança de que a verdade venha à tona.