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Quando um representante religioso se envolve em um episódio polêmico, as consequências costumam ultrapassar o campo pessoal e acabam atingindo toda a estrutura da instituição que ele representa.
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Foi o que aconteceu em Nova Maringá, cidade de pouco mais de 5,8 mil habitantes no interior de Mato Grosso, onde a rotina pacata deu lugar a uma grande repercussão após a divulgação de um vídeo envolvendo o padre Luciano Braga Simplício, da Paróquia Nossa Senhora Aparecida.
O caso gerou desconforto entre fiéis e abriu uma investigação formal dentro da Diocese de Diamantino (MT). As imagens, que rapidamente circularam nas redes sociais, mostram o momento em que o noivo de uma mulher arromba portas na casa paroquial ao suspeitar que sua companheira estivesse lá com o sacerdote.
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Segundo o vídeo, ele força a entrada no quarto e, depois, no banheiro, onde a mulher aparece chorando e escondida embaixo da pia. O padre, que estaria no local, teria se recusado a abrir as portas antes da invasão. Veja o vídeo:
https://twitter.com/i/status/1978142520065355863
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Em nota, a Diocese informou que todas as medidas canônicas estão sendo tomadas e pediu “oração e compreensão” dos fiéis enquanto o caso é apurado. O comunicado reforça que o objetivo é preservar “o bem da Igreja e do povo de Deus”.
O padre Luciano Simplício ainda não se pronunciou publicamente, mas, em um áudio que circula nas redes sociais, ele tenta explicar o ocorrido. Segundo ele, a mulher teria pedido para usar o quarto externo da casa paroquial para tomar banho e trocar de roupa, pois havia trabalhado em atividades da igreja naquele dia.
Ele afirmou que a fiel estaria sozinha, já que o noivo havia viajado, e negou qualquer envolvimento inadequado. Enquanto o caso segue em investigação, a comunidade de Nova Maringá tenta lidar com o desconforto gerado pelo episódio.
O vídeo, que ganhou ampla repercussão, acabou dividindo opiniões entre os fiéis muitos pedem cautela e oração, enquanto outros cobram uma postura firme da Igreja.