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Na noite da última terça-feira (21), uma mulher de 50 anos perdeu a vida após sofrer uma parada cardíaca enquanto se exercitava em uma academia localizada na cidade de Florianópolis, capital do estado de Santa Catarina.
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A vítima, identificada como Helizabete Pinheiro, foi atendida por equipes de emergência, mas, apesar dos esforços, não respondeu às manobras de reanimação e morreu no local.
O Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina foi acionado e encontrou a mulher identificada como Helizabete inconsciente e sem sinais vitais dentro da academia onde realizada um treino.
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Imediatamente, iniciaram os procedimentos de ressuscitação, que foram realizados em conjunto com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, com apoio de um médico presente na operação. Mesmo com as tentativas intensivas, a mulher não resistiu.
O caso causou grande comoção entre familiares, amigos e colegas. Infelizmente casos como este são noticiados com uma certa regularidade, mortes súbitas em academias vêm aumentando consideravelmente.
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Nas redes sociais, muitas mensagens de despedida foram compartilhadas, destacando a personalidade alegre e a energia contagiante da vítima. Pessoas próximas descreveram Helizabete como uma mulher determinada, carismática e muito querida por todos ao seu redor.
A academia onde o incidente ocorreu divulgou uma nota lamentando a morte de Helizabete e expressando solidariedade à família. A direção também declarou apoio aos envolvidos e reforçou que os procedimentos de socorro foram realizados de forma imediata e conforme os protocolos emergenciais.
Situações como essa acendem um alerta para a importância de exames médicos regulares antes de iniciar ou manter práticas de atividade física, especialmente para pessoas acima dos 40 anos.
Avaliações cardiológicas periódicas são recomendadas por especialistas para identificar possíveis riscos à saúde que podem não apresentar sintomas visíveis no dia a dia.
Até o momento, não foram divulgadas informações sobre os horários de velório e sepultamento. A perda repentina de Helizabete deixa uma lacuna para os que conviviam com ela e reforça a necessidade de atenção preventiva à saúde cardiovascular.