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Na última segunda-feira (20/10), um caso de agressão sofrido por um professor no Distrito Federal deu o que falar nas redes sociais. O docente, professor de matemática, foi atacado pelo pai de uma aluna após ter mandado a estudante guardar o celular.
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Essa foi a primeira versão dos fatos apresentada na primeira repercussão da notícia. No entanto, novas versões do evento foram divulgadas por testemunhas, o que tem gerado repercussão.
Pelas redes sociais, uma estudante da mesma escola se manifestou sobre os fato. A menor afirma ser amiga da aluna envolvida no caso e diz que o professor agredido, na realidade, teria humilhado a menina em sala de aula.
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Segundo a testemunha, o professor era conhecido na unidade por ter comportamentos abusivos com os alunos, incluindo gritos e constrangimentos. A adolescente narrou os evento que teriam acontecido antes da agressão.
até quando continuarão fingindo que o professor é um santo? até quando nossos direitos serão negligenciados? queremos justiça por nós, alunos, e por todas as vitimas desse homem que estão se manifestando!
“professor é agredido após pedir que aluna guardasse celular”. sera q foi? pic.twitter.com/5G8bt80twZ— mihpinh 🇯🇲 (@pinhmih) October 22, 2025
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De acordo com o relato, a aluna envolvida no caso é deficiente visual e faz uso de óculos com grau alto. A menina estaria temporariamente sem óculos após quebra-lo e a família estaria sem recursos para providenciar um novo de imediato.
Para acompanhar as aulas, a aluna estaria usando o celular como recurso e os professores estariam cientes. Segundo a testemunha, Emerson era o único a se queixar e na data dos fatos teria humilhado a aluna em sala por conta do uso do celular.
O pai da menina teria chegado a unidade depois de ouvir a filha e, depois de um momento na sala dos professores, passou a agredir o professor. Segundo a testemunha, outros alunos chegaram a aplaudir o pai.
Professor envolvido em polêmicas e alvo de denúncias
Emerson Teixeira mantinha um perfil nas redes sociais onde se auto intitulava “professor opressor”. No perfil do youtube, ele acumulava cerca de 200 mil seguidores, mas os vídeos não estão mais disponíveis.
Emerson já chegou a ser investigado pela corregedoria após usar a sala de aula para fazer um churrasco em comemoração da vitória de Bolsonaro nas urnas, em 2018. Nas redes sociais, publicou um registro do momento e chegou a dizer que “a matemática não é importante”.
O professor também foi alvo da Polícia Federal por suposto envolvimento nos atos antidemocráticos. Emerson chegou a ter aparelhos apreendidos. Não existem atualizações sobre o caso.