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A disputa de narrativas entre Marcela Tomaszewski e Dado Dolabela pode ser encerrada em breve, com a investigação da polícia civil do Rio de Janeiro. Marcela acusa Dado de agressão; ele, por sua vez, afirma que foi agredido.
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Ambos registraram denúncia na delegacia e a polícia civil confirmou abertura de inquérito. Agora, segundo informações do colunista Lo-Bianco, do portal IG, a polícia teria tomado uma importante ação.
Segundo as investigações, a polícia civil pediu as imagens das câmeras corporais dos policiais que atenderam o chamado de vizinhos, e estiveram no endereço da modelo na data em que os fatos aconteceram.
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Além disso, a polícia também teria colhido o depoimento do porteiro do prédio onde aconteceu a confusão. Antes dele, a polícia já tinha ouvido Dado, Marcela e a mãe da modelo, que estava no apartamento.
Segundo Lo-Bianco, a polícia questionou o porteiro sobre toda a dinâmica dos fatos naquele dia: quantas reclamações recebeu de vizinhos, quando a polícia foi acionada e quais eram os relatos que circulavam naquele dia.
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O colunista afirma ainda que, segundo fontes policiais, os investigadores não estariam planejando ouvir depoimento de outros moradores, já que consideraram o relato do porteiro muito detalhado.
Além das câmeras corporais dos policiais que foram até o endereço, a polícia também solicitou as imagens do circuito do prédio. A ideia é que as câmeras podem ter flagrado momentos que esclareçam o que de fato aconteceu.
Apesar dos dias que já se passaram desde a data dos fatos, Marcela esteve hoje (18/11), no IML para passar por exame de corpo delito. A perícia deve comparar o estado atual dos hematomas com aquilo visto nas imagens feitas por ela logo após as agressões, o que pode esclarecer a intensidade das agressões.