VÍDEO: Bombeiros são mobilizados para socorrer banhistas são atacados por piranhas

O caso vem chamando atenção das autoridades e ambientalistas.

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O balneário do Miriti, em Manacapuru, localizado no interior do estado do Amazonas, voltou a ser palco de incidentes envolvendo ataques de piranhas, reacendendo o alerta das autoridades sobre os riscos de banhos em áreas naturais durante períodos críticos.

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No último domingo, 24 de novembro, seis pessoas ficaram feridas enquanto se banhavam no local, sendo três delas atendidas diretamente pelo Corpo de Bombeiros. As demais optaram por cuidados caseiros.

Este foi o segundo registro semelhante em menos de um mês, já que no dia 27 de outubro sete banhistas também foram feridos no mesmo ponto. O Miriti, único balneário público do município, costuma atrair grande número de moradores e turistas, especialmente nos finais de semana e feriados.

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O aumento no fluxo de visitantes tem coincidido com o período de seca dos rios e a reprodução das piranhas, fatores que contribuem para o comportamento defensivo desses peixes.

Segundo o comandante dos Bombeiros de Manacapuru, Emerson Silva, além do instinto natural das piranhas, a presença de resíduos de alimentos deixados por frequentadores nas margens pode estar atraindo os animais para áreas mais próximas aos humanos.

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Para lidar com a situação, os Bombeiros mantêm uma equipe permanente no local durante os domingos, equipada com lancha e jet ski. Para assistir ao vídeo CLIQUE AQUI!

Placas de alerta foram instaladas anteriormente, mas algumas acabaram sendo removidas por visitantes ou levadas pelo vento, dificultando a conscientização sobre o perigo presente.

O biólogo Edimberg Oliveira, que acompanha o fenômeno, explicou que, neste período, as piranhas se encontram em fase reprodutiva e que os ataques muitas vezes funcionam como uma forma de advertência territorial.

Ele destacou ainda que, se os peixes estivessem em busca ativa de alimento, os ferimentos provocados seriam significativamente mais severos. As autoridades locais continuam insistindo para que moradores e turistas evitem áreas previamente sinalizadas e sigam todas as recomendações de segurança.

Medidas preventivas, como o descarte correto de alimentos e a permanência fora da água em momentos de risco elevado, são fundamentais para evitar novos incidentes e preservar o equilíbrio do ecossistema.

Escrito por

Fabiana Batista Stos

Jornalista digital, com mais de 10 anos de experiência em criação de conteúdo dos mais diversos assuntos. Amo escrever e me dedico ao meu trabalho com muito carinho e determinação.