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Após a prisão do marido impactar sua saúde, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro pediu afastamento temporário da presidência do PL Mulher, nesta terça-feira, dia 9 de dezembro.
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A decisão foi comunicada oficialmente pelo partido, citando o agravamento do quadro clínico da esposa de Jair Bolsonaro. As fontes são de uma nota oficial divulgada pela sigla e compartilhada nas redes sociais de Michelle.
O comunicado confirma que, por recomendação médica, ela se retirará das atividades imediatas. Com isso, o encontro do PL Mulher agendado para o próximo sábado (13), no Rio de Janeiro, foi cancelado e adiado para abril de 2026.
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Com a notícia do afastamento, o partido detalhou os motivos emocionais e físicos, trazendo uma nota oficial sobre o que teria acontecido com a política.
A nota explica que Michelle já lidava com alterações de saúde, mas que a situação piorou “em consequência das tensões envolvendo a prisão de seu marido e as constantes injustiças feitas contra ela e sua família” nos últimos meses.
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Diante da situação, a família Bolsonaro vive seu momento mais delicado. O ex-presidente segue preso na Superintendência da Polícia Federal em Brasília por determinação do STF.
O desgaste acumulado com o julgamento e a detenção do líder conservador acabou atingindo diretamente a ex-primeira-dama. Desde o anúncio, o perfil de Michelle no Instagram foi inundado por mensagens de apoio de seguidores e lideranças políticas
“Que Deus restabeleça sua saúde e te dê forças”, escreveu um admirador, refletindo a preocupação da base bolsonarista. No momento, Michelle passará por uma reavaliação médica e ficará longe dos holofotes para se recuperar.
O PL trata a licença como temporária, mas o adiamento dos eventos para 2026 indica que a pausa nas atividades partidárias pode durar alguns meses.