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Após enfrentar uma batalha judicial iniciada no começo do ano, o apresentador Rodrigo Faro sofreu uma derrota nos tribunais, nesta última semana e a situação está chamando atenção por parte do público que o acompanha.
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O comunicador da Record foi condenado devido à sua atuação como garoto-propaganda da empresa Trie Soluções Financeira. As fontes são da coluna da escritora conhecida pelo nome de Fábia Oliveira.
A autora da ação, Márcia Regina da Silva Pauli, processou o famoso e a empresa após contratar serviços que prometiam a redução de juros abusivos em financiamentos de veículos, mas que resultaram em prejuízo material e moral.
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Com a notícia da condenação, os detalhes do golpe vieram à tona. A cliente pagou a empresa para renegociar sua dívida, mas acabou tendo seu carro apreendido por falta de pagamento do financiamento original.
A Justiça entendeu que Faro emprestou sua credibilidade e poder de persuasão para validar um serviço falho. Diante da situação, a sentença proferida no dia 11 de dezembro foi severa.
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A juíza condenou Faro e a Trie, solidariamente, a devolver cerca de R$ 4 mil referentes aos serviços pagos e a indenizar a autora em R$ 15 mil por danos morais.
A magistrada classificou a publicidade feita pelo apresentador como “manifestamente enganosa e censurável“, destacando que ele teve participação ativa na divulgação da empresa.
Em sua condenação, ela declarou que Faro se aproveitou para explorar a confiança que o público deposita em sua imagem para atrair consumidores para um negócio fraudulento que gerou prejuízos aos envolvidos no caso.
No momento, a decisão serve como um alerta para celebridades sobre a responsabilidade nas publicidades que protagonizam. Tanto a empresa quanto o apresentador foram responsabilizados pelos transtornos causados à consumidora idosa.