Filho de cantora de forró que morreu ao lado de amiga, pediu por ajuda: ‘Meu pai está matando minha mãe’

O filho presenciou toda a cena e tentou pedir ajuda. Duas pessoas não resistiram no interior de SP, diante de todo o ocorrido exposto.

ANÚNCIOS

O crime ocorrido na madrugada deste domingo em Sorocaba chocou a região pela brutalidade e pelo impacto emocional que foi causado aos familiares.

ANÚNCIOS

A cantora de forró Tamara da Silva, vocalista da banda Forró Pisada Forte, e sua amiga Giovanna Cristina Tedesco De Almeida, foram mortas a facadas no Parque Vista Bárbara enquanto conversavam na calçada.

O ataque foi presenciado pelo filho mais velho de Tamara, um adolescente de apenas 13 anos, que teve a iniciativa de acionar a polícia e ligar para integrantes da banda pedindo socorro imediato, relatando que o pai estava agredindo a mãe.

ANÚNCIOS

“Me socorre porque meu pai está matando a minha mãe”, disse o jovem, ao procurar por ajuda, em uma tentativa de salvar a vida de sua mãe que estava sendo atacada.

O autor do crime, Antonio Batista De Lima, também cantor de forró e ex-marido de Tamara, fugiu de carro logo após ter acontecido o duplo assassinato.

ANÚNCIOS

Ele foi localizado e preso em flagrante pela Polícia Militar na cidade de Extrema, na região de Minas Gerais, após ter percorrido cerca de 190 quilômetros.

No entanto, a Polícia Civil confirmou nesta segunda-feira, dia 19 de janeiro, que o suspeito não resistiu após ter cometido suicídio dentro da cela após a sua detenção.

Com a morte do agressor, o inquérito policial deve ser encerrado, embora as consequências da tragédia persistam para os três filhos do casal, que têm entre 4 e 13 anos.

Segundo relatos de amigos e colegas de profissão de Tamara, o comportamento de Antonio já era motivo de apreensão. O casal estava separado há cerca de oito meses após anos de união e parceria nos palcos, mas o agressor não aceitava o término.

Integrantes da banda relataram que Antonio vinha fazendo ameaças constantes contra Tamara, seus pais e outros músicos do grupo. O depoimento do sanfoneiro da banda reforça o clima de medo que cercava a rotina da cantora.

Escrito por

Juliana Gomes

Colunista de notícias dedicada a escrever sobre os mais diversos assuntos. Sempre fui apaixonada pela arte da escrita e pela literatura.