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Ocorrências de afogamento continuam entre as principais emergências atendidas em áreas litorâneas do Brasil, especialmente durante períodos de maior movimento nas praias, como no auge do verão.
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De acordo com especialistas em salvamento aquático, situações classificadas como grau 6 — quando há parada cardiorrespiratória — exigem resposta imediata e atuação integrada de diferentes equipes para aumentar as chances de sobrevivência.
A rapidez no início das manobras de reanimação é considerada determinante para a reversão do quadro. Por volta do meio-dia deste domingo (15), um homem de 36 anos foi vítima de afogamento na Praia da Ribanceira, em Imbituba.
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A gravidade da situação mobilizou uma operação conjunta que envolveu o Corpo de Bombeiros, o SAMU Aeromédico e a aeronave da Polícia Civil, acionada pelo COBOM para prestar suporte no atendimento primário.
Quando as equipes aeromédicas chegaram ao local, o paciente já recebia manobras de reanimação cardiopulmonar realizadas pelos bombeiros.
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Com a chegada do suporte avançado, foram iniciadas intervenções especializadas, incluindo procedimentos voltados à estabilização das funções vitais.
Após cerca de 20 minutos de esforços contínuos, houve retorno da circulação espontânea, o que representou um avanço importante no atendimento.
Apesar da recuperação inicial dos sinais vitais, o estado clínico do homem ainda era considerado delicado, o que inviabilizou o transporte aéreo naquele momento.
Diante da instabilidade, ele foi levado por via terrestre ao Hospital São Camilo, em Imbituba, acompanhado pela equipe médica do SAMU Aeromédico.
A unidade hospitalar conta com Unidade de Terapia Intensiva, exames de imagem e estrutura adequada para dar continuidade ao tratamento intensivo.
Segundo informações repassadas pela equipe envolvida na ocorrência, a expectativa é favorável, embora o paciente permaneça sob monitoramento rigoroso, ou seja, em estado grave.
O caso reforça a importância da prevenção em ambientes aquáticos, do respeito às orientações de segurança e da atuação coordenada entre serviços de emergência para ampliar as chances de recuperação em situações críticas.