Vídeo gravado por vítima mostra momento que síndico a ataca no subsolo de prédio

Corpo da mulher de 43 anos foi encontrado mais de 40 dias após o crime

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A grande revelação trazida por um vídeo gravado pela própria vítima mudou os rumos da investigação e lançou nova luz sobre um caso que intrigou moradores por mais de 40 dias.

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As imagens, recuperadas pela polícia após perícia minuciosa, mostram o momento exato em que a corretora Daiane Alves Souza é surpreendida no subsolo do prédio onde morava, em Caldas Novas.

O registro foi divulgado nesta quinta, dia 19 de fevereiro, pela Polícia Civil. Nele, é possível ver Daiane descendo pelo elevador para verificar uma queda de energia em um dos apartamentos que administrava.

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Assim que a porta se abre, o síndico do edifício, Cléber Rosa de Oliveira, aparece nas imagens. Segundo os investigadores, ele já aguardava a vítima no local, usando luvas e com o veículo posicionado estrategicamente nas proximidades.

O celular utilizado por Daiane para gravar o vídeo foi encontrado 41 dias depois, escondido em uma tubulação de esgoto do condomínio. O próprio síndico, que já estava preso, indicou onde o aparelho havia sido descartado.

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A gravação que mostrava o ataque não chegou a ser enviada a uma amiga, como as anteriores, mas permaneceu armazenada no dispositivo. De acordo com a polícia, Cléber confessou o crime após ser detido. Veja o vídeo:

https://www.instagram.com/reel/DU8fPmiCLlU/

O corpo da corretora foi localizado em uma área de mata a cerca de 15 quilômetros da cidade. A perícia apontou que os disparos ocorreram fora do prédio, o que explicaria a ausência de barulho percebido por outros moradores. A arma utilizada teria sido uma pistola calibre .380.

As investigações também revelaram um histórico de conflitos entre a vítima e o síndico, motivados pela administração de imóveis da família de Daiane. Há registros de processos judiciais e denúncia por perseguição contra ele.

O filho do suspeito, Maicon Douglas de Oliveira, chegou a ser preso sob suspeita de ajudar a ocultar provas, mas foi liberado após a polícia descartar sua participação direta no crime.

A recuperação do vídeo foi considerada peça-chave para confirmar que o ataque foi planejado, encerrando um período de incertezas e reforçando os indícios reunidos ao longo da apuração.

Escrito por

Paulo Machado

Colunista de portal de notícias dedicado a TV e Famosos, Curiosidades, Saúde Natural e Bem-estar, Finanças e Política Brasileira