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Acidentes em rodovias federais continuam entre as principais causas de mortes no trânsito brasileiro. Dados do Observatório Nacional de Segurança Viária indicam que colisões frontais estão entre os tipos de ocorrência com maior índice de fatalidade, especialmente em trechos de pista simples ou de grande fluxo de veículos pesados.
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Em Minas Gerais, estado cortado por importantes corredores logísticos, a BR-381 figura historicamente como uma das estradas com maior número de registros graves. Na manhã desta sexta-feira (20), um novo episódio reforçou essa estatística.
No km 437 da BR-381, em Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, três pessoas perderam a vida após uma batida envolvendo um carro de passeio e uma carreta.
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O impacto foi tão intenso que o automóvel ficou partido ao meio, enquanto o veículo de carga saiu da pista e parou em uma área de matagal às margens da rodovia. Fragmentos dos veículos ficaram espalhados pelo asfalto e pelo entorno do local.
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De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a ocorrência foi uma colisão frontal no sentido Belo Horizonte. Uma quarta vítima foi socorrida em estado grave e encaminhada para atendimento médico.

Equipes de resgate e agentes de trânsito atuaram para isolar a área e garantir a segurança de quem trafegava pela região. A concessionária Nova 381, responsável pelo trecho, informou que o fluxo ficou comprometido nos dois sentidos da via, gerando congestionamento.
Não foram divulgados detalhes sobre a extensão das filas, mas motoristas enfrentaram lentidão durante o atendimento da ocorrência e a remoção dos veículos envolvidos.
O caso volta a chamar atenção para a necessidade de reforço na fiscalização, manutenção das estradas e conscientização dos condutores, especialmente em trechos com grande circulação de caminhões.
Especialistas em segurança viária destacam que respeito aos limites de velocidade, atenção redobrada em ultrapassagens e planejamento de infraestrutura adequada são medidas fundamentais para reduzir o número de mortes nas rodovias brasileiras.