Menino de apenas 3 anos morre engasgado com doce muito comum

Caso aconteceu nesta última quarta, dia 18 de fevereiro.

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Manter atenção redobrada ao consumir alimentos, especialmente no caso de crianças pequenas, é uma orientação que pode evitar situações inesperadas. Objetos e doces aparentemente inofensivos exigem supervisão constante, já que o risco de engasgo é maior na primeira infância.

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Um episódio recente no interior de Minas Gerais trouxe novamente esse alerta à tona e comoveu moradores da região. O pequeno João Emanuel Pereira, de apenas três anos, morreu após se engasgar com um pirulito na noite da última quarta, dia 18 de fevereiro, na cidade de Prados.

A criança foi socorrida por familiares e levada às pressas para atendimento médico no Instituto Nossa Senhora do Carmo, localizado em Barroso, na região do Campo das Vertentes.

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De acordo com a unidade de saúde, o menino já chegou ao pronto-socorro inconsciente e com suspeita de parada cardiorrespiratória. Ele foi imediatamente encaminhado para a chamada Sala Vermelha, onde a equipe médica aplicou protocolos de suporte avançado.

Apesar dos esforços, não foi possível reverter o quadro. O velório ocorreu na residência da família, na comunidade de Pitangueira, e o sepultamento foi marcado para a tarde de quinta, dia 19 de fevereiro, reunindo parentes e moradores abalados com a perda precoce.

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Diante de situações como essa, especialistas reforçam a importância de saber agir rapidamente. A principal recomendação é acionar o socorro pelo telefone 192 (Samu) ou 193 (Corpo de Bombeiros). Enquanto a ajuda não chega, a aplicação correta da manobra de Heimlich pode ser decisiva.

Para crianças maiores de um ano e adultos, a técnica consiste em abraçar a vítima por trás e realizar compressões firmes na região acima do umbigo, pressionando para dentro e para cima, como se estivesse tentando elevar a pessoa. Já em bebês, o procedimento envolve alternar golpes leves nas costas com compressões no tórax.

Saber identificar sinais de obstrução das vias aéreas e agir com calma pode fazer toda a diferença em momentos críticos. Informação e prevenção continuam sendo as ferramentas mais eficazes para proteger vidas.

Escrito por

Paulo Machado

Colunista de portal de notícias dedicado a TV e Famosos, Curiosidades, Saúde Natural e Bem-estar, Finanças e Política Brasileira