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As pessoas que estavam no barco que bateu e virou no Rio Grande, na divisa entre as cidades de Sacramento, em Minas Gerais, e Rifaina, em São Paulo, estavam retornando de uma festa de música quando o acidente aconteceu.
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O evento, que contou com um show de pagode em um bar que fica flutuando na água, terminou de forma muito triste na noite do último sábado (21/02/2026).
O local, chamado Único Floating Bar, explicou que a diversão começou por volta do meio-dia e seguiu até as oito da noite, que é o horário comum em que o lugar fica aberto.
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Para mostrar respeito e carinho pelas famílias e por quem perdeu a vida, o estabelecimento resolveu não abrir as portas neste domingo.
O grupo, composto por quinze pessoas, fazia o caminho de volta para o sítio onde estavam hospedados. Já estava escuro quando o pequeno barco, que era dirigido por Wesley Carlos da Costa, de 45 anos, se chocou contra uma ponte de madeira.
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Wesley, que infelizmente também faleceu no ocorrido, não possuía a permissão necessária para dirigir barcos pequenos, de acordo com o que contaram as pessoas que conseguiram escapar com vida.
Com a batida forte, muitos dos presentes foram jogados no rio e o barco virou de cabeça para baixo. Algumas dessas pessoas ficaram presas embaixo da parte de metal do fundo do barco.
Ao todo, seis pessoas morreram por causa do afogamento. Entre as vítimas estava um garotinho de apenas 4 anos e sua mãe, Viviane Aredes, que completaria 36 anos justamente neste domingo.
Quando os bombeiros e os policiais chegaram ao ponto do acidente, três corpos já haviam sido tirados da água por pessoas que viram tudo e pela guarda da cidade de Rifaina. Outros três foram localizados por um mergulhador que estava por lá.
Três das pessoas que sobreviveram precisaram de cuidados médicos em Rifaina, enquanto outras seis não tiveram ferimentos que pudessem ser vistos.
Os bombeiros contaram que apenas três das vítimas estavam usando o colete de segurança no momento em que o barco virou. Os corpos foram levados para o centro médico legal da cidade de Araxá, onde os policiais acompanharam a identificação de cada um.
A Marinha do Brasil também avisou que enviou técnicos para o lugar para descobrir o que causou a batida e quem são os responsáveis por essa situação. Eles têm cerca de três meses para terminar esse estudo sobre o que aconteceu na água.
Todas as pessoas que faleceram moravam na cidade de Franca, no interior de São Paulo. O trabalho de ajuda terminou por volta das quatro e meia da manhã, quando todos os envolvidos já haviam sido retirados do rio.
Agora, os policiais de Sacramento continuam estudando as informações para entender melhor os motivos dessa tragédia que deixou a região muito triste.