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O sepultamento do empresário Celso Bortolato de Castro, de 58 anos, ocorreu às 10h desta segunda-feira, 30 de março de 2026, no Cemitério Jardim Horto Florestal, localizado na Zona Norte de São Paulo.
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O enterro, que contou com a presença de diversos familiares e amigos sob um clima de profunda indignação, marca o início de uma fase decisiva para esclarecer as circunstâncias da morte do empresário, ocorrida no último sábado durante uma intervenção policial.
A dinâmica dos fatos registrados na tarde de 28 de março na Rua Sapetuba é o ponto central de um conflito de narrativas, com a esposa alegando uma versão, enquanto os policiais contam outra.
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Enquanto a Polícia Militar sustenta que um agente de folga reagiu a uma tentativa de assalto e se envolveu em uma troca de tiros com dois criminosos, a viúva de Celso afirma categoricamente que não houve qualquer confronto armado.
Segundo o depoimento dela, o policial teria chegado atirando pelas costas do empresário, atingindo-o na nuca e nas costas por tê-lo confundido com um de seus assaltantes. Muitos estão lamentando o ocorrido.
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A esposa relatou que os criminosos apenas exibiram uma arma calibre .38 e que Celso não teve qualquer chance de defesa antes de ser alvejado pelo agente. A situação está gerando repercussão.
Diante dessas discrepâncias, o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) assumiu a apuração do caso, que foi registrado como resistência, morte decorrente de intervenção policial, tentativa de roubo e homicídio culposo.
O policial envolvido foi liberado após o pagamento de fiança e as armas utilizadas na ocorrência foram apreendidas para perícia técnica. Agora, o caso deverá ser investigado com maiores detalhes.
Agora, as autoridades dependem dos laudos do Instituto de Criminalística e da análise de possíveis imagens de câmeras de segurança da região para determinar se a ação policial foi pautada pela legítima defesa ou se houve um erro de execução evitável.