Ator da Globo faz questão de aflinetar Juliano Cazarré ao vivo após ‘curso para homens’

O ator decidiu não se calar e fez questão de alfinetar Juliano Cazarré, diante da sugestão de um curso para homens.

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O palco do Domingão com Huck tornou-se cenário de uma alfinetada elegante, porém certeira, na noite deste domingo. Após sagrar-se campeão do quadro Batalha do Lip Sync, o ator Enrique Diaz não perdeu a fazer um comentário polêmico.

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Diaz, que conquistou o cinturão após uma performance visceral dublando os sucessos de Ney Matogrosso, utilizou seu discurso de vitória para exaltar o legado do cantor como um verdadeiro pilar de masculinidade e caráter.

A provocação foi direcionada ao projeto “O Farol e a Forja”, evento idealizado por Cazarré para julho de 2026, em São Paulo, que propõe palestras sobre liderança e espiritualidade sob a premissa de que os homens estariam “fragilizados” na sociedade atual.

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Ao receber o prêmio, Enrique Diaz disparou que, se de fato existisse a necessidade de um curso voltado ao público masculino, a primeira e mais importante matéria deveria ser sobre a obra e a hombridade de Ney Matogrosso.

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A declaração foi recebida com entusiasmo nas redes sociais, onde internautas celebraram a sutileza da crítica e a escolha de Ney, um ícone da liberdade e da quebra de estereótipos, como o contrapponto ideal ao conservadorismo de Cazarré.

“Se tivesse que ter um curso para homens, a primeira matéria mais importante seria sobre Ney Matogrosso. Viva! Ney Matogrosso, a sua obra é sensacional, a sua hombridade”, disse Enrique Diaz.

O projeto de Juliano Cazarré tem gerado um racha na classe artística e uma enxurrada de críticas desde o seu anúncio. De perfil assumidamente religioso, o ator afirmou estar ciente de que “apanharia” por promover o que chama de o maior encontro de homens.

Porém, ele manteve a iniciativa mesmo diante da desaprovação pública de colegas como Marjorie Estiano, Paulo Betti e Julia Lemmertz. Para os críticos, a proposta carrega um viés machista ao tentar restaurar uma liderança masculina.

A repercussão no antigo Twitter foi imediata, com usuários destacando a necessidade de falas como a de Diaz em um momento de polarização sobre o papel do homem na contemporaneidade. E

Enquanto Cazarré se prepara para levar palestras sobre empreendedorismo e fé ao palco em julho, Diaz deixou claro que, para parte do público e da classe artística, o exemplo de “homem” a ser seguido está muito mais próximo da transgressão poética.

Escrito por

Juliana Gomes

Colunista de notícias dedicada a escrever sobre os mais diversos assuntos. Sempre fui apaixonada pela arte da escrita e pela literatura.