“Dog Dog”; identificado o suspeito de estar envolvido no desaparecimento das jovens Stella e Letycia

Mais detalhes sobre o suspeito de estar envolvido no desaparecimento de jovens.

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As investigações sobre o desaparecimento das jovens Sttela Dalva Melegari Almeida e Letycia Garcia Mendes, ambas de 18 anos, ganharam contornos mais graves com a revelação do extenso histórico criminal do principal suspeito, Clayton Antônio da Silva Cruz.

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Conhecido pelos apelidos “Sagaz”, “Dog Dog” e “Cleitinho”, o homem de 39 anos é atualmente considerado foragido pela Justiça do Paraná. Ele é procurado não apenas pelo possível envolvimento no caso das jovens, que foram vistas pela última vez após uma festa.

A festa aconteceu em Maringá em abril de 2026, mas também por condenações anteriores que somam mais de 18 anos de prisão por tráfico de drogas, roubo e porte ilegal de armas. A trajetória de Clayton no mundo do crime começou cedo, acumulando cerca de 20 passagens pela polícia ainda durante a adolescência em Mandaguari.

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Já na vida adulta, ele foi alvo de uma grande operação em 2008, que resultou na prisão de quase 30 pessoas, incluindo familiares próximos, por envolvimento direto com o narcotráfico.

Mais recentemente, em 2022, ele foi condenado por um roubo violento em Apucarana, onde manteve um casal refém na residência de um ex-prefeito. Mesmo sob monitoramento em regime aberto, Clayton burlou as regras judiciais ao fornecer endereços falsos.

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Além disso, ele faltou em várias audiências, utilizando o nome falso “Davi” para transitar livremente por cidades como Cianorte e ocultar sua verdadeira identidade das autoridades.

O último registro visual das primas é uma fotografia publicada em uma rede social na madrugada de 21 de abril, onde aparecem ao lado do suspeito.  Desde então, o paradeiro de Sttela e Letycia permanece um mistério.

Isto está levando a Polícia Civil a trabalhar prioritariamente com a hipótese de homicídio qualificado como feminicídio, embora as linhas de sequestro e cárcere privado ainda não tenham sido totalmente descartadas.

Enquanto a polícia monitora conexões de internet e rastros digitais deixados por Clayton após o crime, as famílias vivem a angústia da espera. Ana Erli Melegari, mãe de Sttela, expressou em depoimentos recentes a dualidade de um coração que acredita na vida, mas teme o sofrimento que as jovens possam estar enfrentando.

Escrito por

Juliana Gomes

Colunista de notícias dedicada a escrever sobre os mais diversos assuntos. Sempre fui apaixonada pela arte da escrita e pela literatura.