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As estradas do Sul do país voltaram a ser cenário de mais um acidente que causou comoção entre colegas de trabalho, familiares e moradores da região. Ocorrências envolvendo suspeita de ingestão de álcool continuam entre as principais preocupações das autoridades de trânsito.
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Na manhã deste sábado (9), a policial penal Geisiani Felipe, de 40 anos, morreu após uma colisão entre dois veículos na SC-160, em Saltinho, no Oeste de Santa Catarina. A servidora atuava no Presídio Estadual de Frederico Westphalen, no Rio Grande do Sul, e seguia para o trabalho no momento do acidente.
Segundo informações da Polícia Militar Rodoviária, Geisiani conduzia uma Volkswagen Saveiro quando houve a batida com um Fiat Palio. Com o impacto, ela ficou presa às ferragens e não resistiu aos ferimentos. O outro motorista, de 30 anos, sofreu lesões e precisou ser encaminhado para atendimento médico.
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Ainda conforme a PMRv, o homem relatou aos policiais que havia ingerido bebida alcoólica antes do acidente e disse não se recordar da dinâmica da colisão. O teste do bafômetro apontou 0,46 mg/L de álcool por litro de ar expelido, índice considerado crime de trânsito pela legislação brasileira.
As equipes de resgate informaram que o motorista apresentava fraturas no fêmur e na pelve, além de dores no abdômen e na cabeça. Após os primeiros atendimentos em um hospital da região, ele foi transferido para uma unidada hopitalar, onde permanecerá sob custódia policial até a formalização da prisão em flagrante.
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A rodovia precisou ser totalmente interditada durante o trabalho da perícia e remoção dos veículos. Segundo a análise preliminar da polícia, o condutor do Fiat Palio teria invadido a pista contrária, possivelmente após perder a atenção ao volante em razão do consumo de álcool.
Geisiani morava em Nova Prata do Iguaçu, no Paraná, era casada com um policial penal e deixa dois filhos pequenos. Em notas divulgadas nas redes sociais, o Sindicato da Polícia Penal do Rio Grande do Sul e colegas de profissão destacaram a dedicação da servidora ao trabalho e lamentaram profundamente a perda.
Amigos também prestaram homenagens, lembrando a policial como uma pessoa gentil, prestativa e muito querida por todos ao redor.