Hérnia de disco: sintomas e tratamento da doença que levou Galvão Bueno a realizar cirurgia e se afastar da Copa

Mais detalhes sobre o problema que teria levado à internação de Galvão Bueno. Situação está chamando bastante atenção.

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O narrador esportivo Galvão Bueno, de 75 anos, foi internado em um hospital da capital paulista nesta sexta-feira, 22 de maio de 2026, para se submeter a um procedimento cirúrgico na coluna vertebral.

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A intervenção, classificada como uma cirurgia eletiva, foi agendada para corrigir os impactos de uma hérnia de disco antiga que vinha causando dores crônicas e intensas ao profissional.

De acordo com a assessoria de imprensa do comunicador, a operação transcorreu conforme o planejado e a estimativa de recuperação clínica total deve oscilar entre cinco e sete dias. A decisão pela abordagem cirúrgica ocorreu após o esgotamento das terapias convencionais.

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Na medicina, a cirurgia para hérnia de disco costuma ser indicada em caráter definitivo quando o paciente não responde ao tratamento clínico conservador ou quando a dor incapacitante persiste por um período superior a 12 semanas, exatamente como vinha ocorrendo no quadro de Galvão Bueno.

A intervenção atua diretamente na descompressão do nervo atingido pelo extravasamento do material discal, eliminando o foco da inflamação e cessando o estímulo doloroso de forma imediata.

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O termo médico hérnia descreve qualquer cenário anatômico em que um órgão ou tecido se desloca de sua posição original para outra região por meio de uma abertura considerada anormal.

No sistema esquelético, a hérnia de disco manifesta-se especificamente nos discos intervertebrais, que são pequenas estruturas dotadas de um núcleo gelatinoso localizadas entre cada uma das 33 vértebras da coluna humana com a função biológica de amortecer os impactos diários.

Quando esses discos sofrem uma pressão mecânica excessiva ou desgaste acentuado, suas paredes externas enfraquecem e se rompem, permitindo que o conteúdo interno extravase e comprima as raízes nervosas adjacentes.

Segundo dados oficiais do Ministério da Saúde, a predisposição genética figura como o principal fator de risco para o desenvolvimento da patologia, sendo fortemente secundada pelo processo natural de envelhecimento do corpo, pelo sedentarismo e pelo tabagismo.

O hábito de carregar, levantar ou arremessar objetos com excesso de peso de maneira inadequada também compromete de forma severa a integridade do sistema muscular que dá sustentação ao eixo central do corpo, favorecendo o surgimento das lesões.

Embora o problema seja estatisticamente mais frequente na região lombar, as hérnias localizadas na região cervical apresentam maior perigo devido à proximidade com estruturas neurológicas vitais.

Os sintomas clínicos variam de acordo com a raiz nervosa comprimida e costumam abranger:

  • Formigamento persistente nas extremidades, acompanhado ou não de episódios dolorosos;
  • Dores localizadas na coluna com irradiação direta para as pernas, coxas ou braços;
  • Perda localizada de força muscular ou sensibilidade tátil nos membros afetados.

Diagnóstico e Diretrizes de Tratamento

Na grande maioria dos casos cotidianos, o diagnóstico da enfermidade é eminentemente clínico, fundamentado no histórico de queixas relatado pelo paciente e nos resultados obtidos durante o exame físico neurológico executado pelo médico especialista no consultório.

Os protocolos iniciais de tratamento preconizam uma abordagem conservadora, baseada na administração de medicamentos analgésicos e anti-inflamatórios prescritos, repouso relativo em períodos de crise e sessões contínuas de fisioterapia direcionada para o fortalecimento da musculatura estabilizadora.

As estatísticas do Ministério da Saúde demonstram a eficácia dessa conduta inicial, apontando que as hérnias situadas na coluna lombar respondem de maneira muito satisfatória ao tratamento clínico conservador.

Em média, cerca de 90% dos indivíduos portadores da disfunção recuperam a plena capacidade física e obtêm autorização médica para retomar suas atividades rotineiras e profissionais no intervalo de apenas um mês de acompanhamento, sem a necessidade de passar por procedimentos invasivos em centros cirúrgicos.

Escrito por

Juliana Gomes

Colunista de notícias dedicada a escrever sobre os mais diversos assuntos. Sempre fui apaixonada pela arte da escrita e pela literatura.