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Leo Stronda se pronunciou sobre a morte do fisiculturista Gabriel Ganley e afirmou estar arrependido de algumas atitudes que teve durante a convivência com o jovem atleta. A relação dos dois voltou à tona após internautas resgatarem vídeos.
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Em uma das imagens que voltou a circular, e gerou imensas críticas contra o influenciador, Stronda aparece aplicando anabolizante em Ganley. Em um pronunciamento após a morte do jovem, Stronda afirmou que se arrepende de algumas atitudes.
No desabafo, Stronda explicou que esperou alguns dias antes de falar publicamente sobre o assunto por respeito ao luto da família. Ao comentar a repercussão da morte de Ganley, ele destacou o impacto que a notícia causou entre atletas e admiradores do esporte.
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O influenciador explicou que a morte de Ganley foi muito sentida no “mundo maromba”, porque Ganley era muito conhecido e querido por todos. “O Ganley era uma estrela?”, afirmou. Na sequência, Stronda desabafou ter sentido que a fatalidade poderia ter acontecido com qualquer um do universo do fisiculturismo.
“Nós sentimos tanto a perda porque ele representava um movimento que a gente defende, o fisiculturismo, o esporte. Podia ter sido a gente. Podia ter sido eu”, refletiu. “Com 22 anos eu também fiz ‘minhas maluquices’. Ousei experimentar algumas substâncias para encher meu corpo de músculos”, pontuou.
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Na sequência, Stronda explicou que já não tem mais a mesma mentalidade que tinha quando era mais novo e que hoje em dia não faz as mesmas coisas, nem incentiva as mesmas coisas. O influenciador falou sobre a relação com anabolizantes e a interação com Ganley.
Sobre o vídeo polêmico, Stronda alegou que a ideia partiu do próprio Ganley, mas que a aplicação foi cenográfica porque eles não tinham o material na hora das filmagens. Ainda assim, o influenciador assumiu que a imagem não era adequada.
“Foi cenográfico, a gente fingiu que estava aplicando. Eu não devia ter feito aquilo. Na hora a gente não viu problema. Mas tinha”, avaliou. Stronda pontuou que embora Ganley já era adulto e tivesse seu livre arbítrio, as “brincadeiras” podem ter servido de incentivo e que hoje é impossível saber se um comportamento diferente poderia ter evitado a tragédia.