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A passista da escola de samba Acadêmicos do Cubango Marielly da Silva de Oliveira, de 25 anos de idade, faleceu nesta terça-feira, 16 de junho de 2026, após passar quase duas semanas internada em uma unidade hospitalar.
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A jovem não resistiu à gravidade dos ferimentos provocados por uma violenta explosão seguida de incêndio que destruiu seu apartamento, localizado na Rua Noronha Torrezão, no bairro Cubango, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro.
A triste notícia foi confirmada oficialmente pela diretoria da agremiação carnavalesca, que utilizou suas plataformas digitais para manifestar profundo pesar e homenagear a dedicação, a alegria e o amor pelo samba que a integrante sempre demonstrou em sua trajetória na comunidade.
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O trágico acidente ocorreu no dia 28 de maio, no interior do imóvel que Marielly havia adquirido recentemente. Na oportunidade, estava sendo realizado um serviço de impermeabilização de um sofá, procedimento que utilizava produtos químicos altamente inflamáveis.
A principal linha de investigação das autoridades aponta que os vapores gerados pela dispersão do material solvente no ambiente fechado entraram em contato com uma fonte de calor no momento em que um fogão foi aceso na cozinha, desencadeando a forte explosão.
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O impacto da deflagração foi tão severo que destruiu completamente a estrutura do apartamento de Marielly, afetou unidades habitacionais vizinhas e resultou na interdição imediata de todo o quarto andar do edifício por parte dos técnicos da Defesa Civil.
O episódio deixou um rastro de seis pessoas feridas e, com o falecimento da passista, o número de vítimas fatais do acidente subiu para duas. A primeira morte confirmada foi a de Paulo Roberto Mattos da Silva, de 62 anos.
Outra profissional envolvida no trabalho doméstico, Bianca Dias de Lima, de 55 anos, permanece internada em estado grave sob monitoramento médico intensivo.
Por outro lado, os moradores Sandro José da Silva e Jorge Alejandro Canales Alarcon também receberam pronto atendimento médico logo após o sinistro e já receberam alta hospitalar.
Os laudos periciais do Instituto de Criminalística continuam sendo processados para que as autoridades civis possam concluir o inquérito e esclarecer a responsabilidade legal pelo manuseio dos produtos no condomínio.