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A morte de uma adolescente de 14 anos em Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná, segue causando comoção e mobilizando autoridades em busca de respostas. O caso ganhou novos desdobramentos após a prisão preventiva do principal investigado, que confessou participação no ocorrido durante depoimento prestado à Polícia Civil.
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Iasmyn Eckhardt da Silva foi encontrada sem vida em uma área de mata. Desde a descoberta do corpo, equipes da Delegacia de Homicídios concentraram esforços para reconstruir os últimos passos da adolescente e identificar quem esteve com ela antes do desaparecimento.
Segundo o delegado Marcelo Pereira Dias, familiares da jovem contribuíram de forma decisiva para o avanço das investigações ao fornecer informações sobre pessoas próximas à vítima e indicar possíveis locais ligados ao suspeito.
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Imagens de câmeras de segurança também ajudaram a esclarecer a dinâmica dos acontecimentos. Os registros analisados pela polícia mostraram que Iasmyn chegou ao terreno onde o corpo foi encontrado acompanhada de um homem de 20 anos.
De acordo com a investigação, ele era conhecido da família e mantinha uma relação de amizade com a adolescente, fator que teria facilitado a aproximação. Após ser localizado, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Homicídios e admitiu ter cometido o crime.
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Conforme a versão apresentada por ele, a jovem foi atraída até a área sob um pretexto relacionado à recuperação de objetos escondidos no local. A polícia informou que o investigado declarou ter agido sozinho.
Durante o depoimento, o homem alegou que acreditava estar sendo alvo de uma suposta armadilha motivada por desentendimentos ocorridos no bairro onde reside. A explicação, no entanto, é rejeitada pelos familiares da adolescente, que afirmam que Iasmyn confiava nele e não possuía qualquer envolvimento com atividades criminosas.
A família também contestou boatos que circularam após o caso vir à tona e reforçou que a adolescente era uma jovem dedicada e querida por todos ao seu redor. Com a prisão preventiva decretada, o investigado foi encaminhado ao sistema prisional e permanecerá à disposição da Justiça enquanto o inquérito é concluído.
Os investigadores continuam reunindo provas, analisando imagens e realizando diligências para esclarecer completamente as circunstâncias do caso e verificar se houve participação de outras pessoas nos fatos.