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No ano 2022 uma criança de apenas três anos morreu afogada em uma piscina da fazenda de Amado Batista. A família entrou na justiça contra o proprietário e o cantor foi condenado a pagar R$ 453 mil aos pais em sentença determinada recentemente.
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Segundo depoimentos do processo, a família passou a morar na propriedade em abril de 2022 para trabalhar como caseiros em uma fazenda rural. O casal vivia no local com dois filhos, de 11 e 3 anos de idade, segundo registros constantes do processo.
Em maio daquele ano, o filho mais novo, de 3 anos, morreu após se afogar na piscina da fazenda onde a família residia e trabalhava. Os pais alegam que pediram ao gerente da fazenda a instalação de proteção na piscina, mas afirmam que o pedido não teria sido atendido pela administração do local.
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A defesa de Amado Batista contesta essa versão e afirma que não houve solicitação prévia para a instalação de qualquer tipo de proteção no local da piscina e em nota afirmam que a acusação não possui provas do pedido supostamente feito.
“A decisão consignou que não restou comprovado qualquer aviso, alerta ou pedido prévio para que a piscina fosse trancada, gradeada ou de qualquer forma protegida”, diz a nota.
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A defesa sustenta que houve falha dos pais no dever de cuidado e afirma que a Justiça indeferiu perícia técnica que poderia avaliar as condições de segurança da fazenda, onde, segundo os advogados, a sede seria cercada por estruturas de proteção, segundo a defesa apresentada no caso.
Apesar disso, a equipe jurídica de Amado Batista declarou ter profundo respeito à dor da família e reconhecer a gravidade da tragédia envolvida. A defesa informou que pretende recorrer da decisão por razões exclusivamente técnico-jurídicas.