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A inesperada perda de uma jornalista e apresentadora querida costuma provocar um sentimento de vazio entre familiares, amigos e colegas de profissão. Quando a despedida acontece após uma longa batalha pela saúde, as homenagens se multiplicam e relembram não apenas a carreira construída, mas também o impacto humano deixado por quem marcou tantas vidas.
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Foi nesse clima de emoção que o Rio Grande do Norte recebeu a notícia da morte da jornalista Helga Oliveira, aos 51 anos, nesta quinta, dia 25 de junho, em Natal. Ela estava hospitalizada desde o começo de junho, enquanto seguia tratamento contra uma leucemia. Nos últimos dias, seu quadro clínico apresentou agravamento.
Helga construiu uma trajetória destacada no setor esportivo potiguar. Entre 1999 e 2007, integrou a equipe da Inter TV Cabugi, onde apresentou o Globo Esporte RN e conquistou reconhecimento pelo profissionalismo, competência e carisma diante das câmeras.
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Além da atuação na televisão, Helga também passou a dedicar parte importante de sua vida à conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Como mãe, transformou sua experiência pessoal em uma causa pública, tornando-se uma voz ativa na defesa da inclusão e dos direitos das pessoas autistas.
Casada com o jornalista Luis Henrique, Helga deixa dois filhos. Nas redes sociais, profissionais da comunicação, amigos e admiradores compartilharam mensagens de despedida, destacando sua generosidade, sua força e a inspiração que ofereceu ao longo da carreira.
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Em nota oficial, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Norte ressaltou que Helga foi pioneira na cobertura esportiva do estado, abrindo espaço para a presença feminina em um segmento tradicionalmente dominado por homens.
O Governo do Rio Grande do Norte também manifestou pesar, destacando que a jornalista deixa uma contribuição marcante para a comunicação potiguar e um legado de talento, sensibilidade e dedicação que continuará inspirando novas gerações de comunicadores.