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A Polícia Militar de São Paulo prendeu, na madrugada do último domingo (28/06), dois suspeitos de participação no atentado contra o primeiro-tenente da Rota Ronickson Pimentel dos Santos, de 39 anos, irmão mais velho de Eloá Cristina Pimentel.
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A investigação aponta que o policial pode ter sido monitorado antes de ser baleado em São Caetano do Sul, no ABC Paulista. Os suspeitos foram detidos em Guaianases, na Zona Leste da capital, durante uma operação do 1º Batalhão de Polícia de Choque.
Segundo a PM, eles teriam dado apoio logístico e cobertura aos autores dos disparos. Um dos presos confessou participação no crime. Ronickson segue internado no Hospital Estadual Mário Covas, em Santo André. Após passar por cirurgia neurológica, o estado de saúde permanece grave, mas estável.
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Imagens de câmeras de segurança reforçaram a hipótese de que o ataque foi planejado. As gravações mostram uma motocicleta vermelha chegando à rua onde fica a academia frequentada pelo tenente por volta das 11h18 de sábado (27).
O motociclista aguarda a chegada de um carro branco, entra no veículo e, minutos depois, outro homem sai do automóvel usando capacete, assume a moto e segue em direção à Avenida Goiás, onde o policial seria atacado.
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O atentado ocorreu em uma das vias mais movimentadas de São Caetano do Sul. Ronickson estava de folga e à paisana, parado em um semáforo, quando dois homens se aproximaram em outra motocicleta e efetuaram diversos disparos à queima-roupa antes de fugir.
O governador Tarcísio de Freitas afirmou que o caso tem características de tentativa de execução e determinou prioridade máxima às investigações. A moto usada no crime foi localizada e passará por perícia.
Os dois presos têm 52 e 40 anos, possuem antecedentes criminais e, segundo a polícia, ligação com o crime organizado. Um terceiro homem chegou a ser detido, mas foi liberado após prestar esclarecimentos. Os autores dos tiros ainda não foram localizados.