Identificada querida professora que morreu vítima de linha chilena em MG

O caso está sob investigação das autoridades locais.

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A morte de uma professora durante o retorno para casa chamou a atenção para um risco que costuma passar despercebido por quem circula pelas ruas, especialmente em períodos de maior uso de pipas.

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Casos como esse reforçam o alerta sobre a necessidade de prevenção e do cumprimento das normas que proíbem materiais capazes de colocar vidas em perigo. Cláudia Moraes da Silva, de 57 anos, era reconhecida pelo carinho com que tratava os alunos e pela dedicação à educação infantil em Montes Claros.

Amigos, colegas e integrantes da comunidade escolar lembram que ela construía vínculos próximos com as crianças e era admirada pelo compromisso diário com o ensino. A professora atuava no Cemei Rosita Aquino, onde acompanhava o desenvolvimento dos estudantes e participava ativamente da rotina escolar.

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Em homenagem à educadora, a instituição compartilhou registros ao lado dos alunos e destacou o cuidado, a atenção e o afeto que marcaram sua trajetória profissional. O acidente aconteceu quando Cláudia seguia de motocicleta para casa após o expediente e foi atingida por uma linha chilena.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência informou que ela não resistiu aos ferimentos provocados pelo contato com esse tipo de material. Em razão da perda, as atividades escolares foram suspensas, enquanto a Secretaria Municipal de Educação organizou apoio para servidores e estudantes no retorno às aulas.

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Representantes da pasta manifestaram solidariedade aos familiares e ressaltaram a longa dedicação da professora às crianças e à comunidade. Especialistas explicam que linhas cortantes podem representar um grande perigo para motociclistas, ciclistas e usuários de outros meios de transporte.

Em movimento, elas se tornam praticamente imperceptíveis e podem provocar lesões sérias mesmo quando não possuem revestimentos mais agressivos. Segundo o Samu, além dos ferimentos causados pelo contato direto, esse tipo de ocorrência também pode provocar quedas e ampliar os riscos para quem está em circulação.

Durante esta época do ano, o número de atendimentos relacionados ao uso de pipas costuma aumentar. Em Minas Gerais, a comercialização e o uso de linhas cortantes são proibidos por lei estadual desde 2019.

Em Montes Claros, também existe legislação municipal que restringe a prática de empinar pipas a locais apropriados e sem qualquer material com capacidade de corte.

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As regras determinam que a atividade seja realizada apenas em áreas seguras, afastadas da rede elétrica e do trânsito de veículos. O objetivo é preservar a diversão sem colocar em risco a vida de outras pessoas.

A despedida de Cláudia deixou familiares, amigos e colegas profundamente comovidos, além de uma lembrança permanente de sua dedicação à educação. O episódio reforça a importância da conscientização coletiva para evitar novos acidentes e incentivar o respeito às leis criadas para proteger a população.

Escrito por

Fabiana Batista Stos

Jornalista digital, com mais de 10 anos de experiência em criação de conteúdo dos mais diversos assuntos. Amo escrever e me dedico ao meu trabalho com muito carinho e determinação.