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O senador e ex-jogador Romário informou ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que abriu mão do salário referente ao período em que está no exterior atuando como comentarista durante a Copa do Mundo.
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Em comunicado oficial, ele solicitou a devolução dos valores que seriam pagos nesse intervalo. Segundo o Jornal Extra, a remuneração de Romário como senador é de R$ 46,4 mil mensais.
Apesar da viagem, o parlamentar continua participando das atividades legislativas por meio remoto, acompanhando e votando nas sessões realizadas pelo Senado. Antes da carreira política, Romário construiu uma trajetória marcante no futebol.
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Revelado pelo Olaria, no Rio de Janeiro, ganhou projeção nacional ao defender o Vasco da Gama, onde chamou atenção pelo talento para marcar gols, mesmo com 1,67 metro de altura, característica que lhe rendeu o apelido de Baixinho.
Foi no estádio do time carioca, São Januário, que o ‘baixinho’ celebrou a marca dos 1000 gols. O feito aconteceu em 2007 quando o ex-atleta marcou um pênalti e para comemorar, fez questão de ir até sua mãe, Dona Lita, para leva-la ao centro do gramado.
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Um episódio pouco lembrado ocorreu em 1985, quando quase ficou fora da Seleção Brasileira de juniores. Na ocasião, o treinador alegou que o atacante desviava a atenção da concentração ao paquerar garotas que apareciam na janela do local onde a equipe estava hospedada.
Atualmente, Romário concilia o mandato no Senado com participações como comentarista esportivo. Recentemente, defendeu a convocação de Neymar para a Copa do Mundo de 2026, afirmando que o camisa 10 continua acima de qualquer alternativa, mesmo sem estar em sua melhor condição física.
Sobre o comando da Seleção Brasileira, o senador demonstrou confiança no trabalho de Carlo Ancelotti. Para Romário, o respeito conquistado pelo treinador italiano pode ser um fator importante para recolocar o Brasil no caminho da conquista de um novo título mundial.