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A policia civil investiga a morte de Daniela Cunha Moreira, de 43 anos, que foi encontrada morta dentro do porta-malas de um carro em Iguaba Grande, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, na última sexta-feira (24/7).
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Daniela era agente da polícia civil e estava desaparecida desde a manhã naquela sexta. Segundo as informações sobre o caso, Daniela estava escalada para o plantão, mas não compareceu ao trabalho. Colegas estranharam e passaram a procurar por ela.
Durante as buscas, a polícia foi capaz de localizar o carro da vítima, abandonado em uma área de mata. Na sequência, o corpo foi encontrado. Após a localização do corpo, a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) prendeu a esposa da vítima e os sogros dela.
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Segundo as investigações iniciais, Daniela foi morta por enforcamento. A principal suspeita é a companheira da policial, uma mulher de 38 anos. Chama a atenção no caso que a mulher contou com ajuda dos próprios pais para cometer o crime.
De acordo com as informações, o crime teria sido motivado porque a suspeita não aceitava o fim do relacionamento. O pai dela foi indiciado por suspeita de envolvimento no assassinato, enquanto a mãe deverá responder por ocultação de cadáver.
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Daniela era lotada na 124ª Delegacia de Polícia (Saquarema). O desaparecimento foi percebido por colegas da unidade depois que ela não compareceu ao plantão para o qual estava escalada. A ausência levantou suspeitas e deu início às buscas realizadas pelos agentes.
A Polícia Civil agora apura como o crime aconteceu, qual teria sido a motivação e a responsabilidade de cada um dos envolvidos. A investigação é conduzida pela própria 124ª DP (Saquarema), com apoio da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG).