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Uma colonoscopia de rotina terminou em tragédia para Mariana dos Santos Candido, de 41 anos, em São Paulo. A agente de apoio escolar morreu na quarta-feira (29), um dia após realizar o exame no Hospital Municipal de Ermelino Matarazzo, na zona leste da capital. A família registrou o caso na polícia, que apura as circunstâncias da morte.
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Segundo a Guia de Encaminhamento de Cadáver emitida pela unidade hospitalar, Mariana sofreu uma perfuração no intestino durante o procedimento. Diante da gravidade do quadro, ela precisou passar por uma cirurgia de emergência, que incluiu uma laparotomia e a retirada de parte do intestino grosso. A operação durou cerca de seis horas.
Após o procedimento, a paciente foi encaminhada para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Conforme os registros médicos, ela apresentou fortes dores, queda acentuada da pressão arterial e sangramento intenso. Apesar dos esforços da equipe médica, não resistiu.
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Depois da confirmação da morte, parentes da vítima procuraram o 62º Distrito Policial, em Ermelino Matarazzo. A ocorrência foi registrada como morte suspeita e morte acidental, e o caso será investigado pela Polícia Judiciária.
Mariana deixa três filhos, de 19, 15 e 9 anos. A tia dela, a professora Mara Aparecida, afirmou que a sobrinha era uma pessoa muito querida e exercia um papel fundamental dentro da família.
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Segundo a familiar, Mariana realizou a colonoscopia por orientação médica devido ao histórico de câncer de intestino no avô. Por esse motivo, parentes costumam fazer o exame preventivo periodicamente. Esta teria sido a primeira vez que ela passava pelo procedimento.
Abalada, Mara relatou que a família vive um momento de profunda dor e contou que a mãe de Mariana chegou a se sentir culpada por ter incentivado a filha a realizar o exame preventivo.