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Brunna Gonçalves voltou a falar sobre a decisão de interromper a amamentação da filha Zuri, fruto do casamento com a cantora Ludmilla. A dançarina revelou que precisou encerrar o aleitamento quando a bebê tinha apenas três meses, embora planejasse manter a amamentação por um período mais longo.
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Segundo Brunna, a baixa produção de leite e os efeitos emocionais do processo influenciaram a escolha pela fórmula infantil. Ela contou que enfrentou culpa, frustração e dificuldades para dormir durante o período em que tentou manter o aleitamento.
A influenciadora afirmou que pretendia amamentar exclusivamente por mais tempo, mas percebeu que não conseguia aumentar a produção de leite. De acordo com ela, a situação começou a afetar sua saúde psicológica, levando à decisão de interromper o processo após momentos de choro e noites sem descanso.
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Brunna explicou que, durante a gravidez, criou uma grande expectativa sobre a amamentação e imaginava que viveria essa experiência de maneira natural e que esperava sentir uma conexão especial ao alimentar a filha.
A famosa, no entanto, percebeu que sua realidade foi diferente da idealizada e questionou sobre sua capacidade como mãe e sofreu ao ver que uma experiência considerada não acontecia como havia imaginado.
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“Quando percebi que não estava acontecendo da forma que eu sonhei, me culpei muito e me senti super frustrada. A pergunta que eu mais fiz foi: ‘Será que eu falhei como mãe?’”, disse Brunna.
Ao relembrar o período, Brunna destacou que a decisão de parar de amamentar foi difícil, mas necessária para preservar seu bem-estar emocional durante o pós-parto.
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Mais de um ano após o nascimento de Zuri, a dançarina afirmou que passou a compreender a maternidade de outra maneira. Para ela, a relação entre mãe e filho não depende apenas do aleitamento.