ANÚNCIOS
Os alertas para a formação de tempestades ganharam força nesta quinta, dia 6 de agosto, com a previsão de um ciclone bomba capaz de provocar mudanças significativas nas condições do tempo em diferentes regiões do Brasil.
ANÚNCIOS
Especialistas orientam que a população acompanhe os avisos meteorológicos, já que o fenômeno pode trazer chuva intensa, queda de granizo e ventos fortes, principalmente na Região Sul, onde os impactos devem ser mais expressivos.
De acordo com as previsões meteorológicas, o sistema começa a se organizar sobre o oceano e deve influenciar o clima entre quinta, dia 6 de agosto e sexta, dia 7 de agosto. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) indica que temporais, rajadas superiores a 60 km/h e episódios de granizo poderão atingir diversos estados, com maior intensidade no Sul do país.
ANÚNCIOS
Segundo o meteorologista Matheus Manente, da Meteored, o Rio Grande do Sul está entre as áreas que exigem maior atenção. O estado entrou em alerta vermelho para tempestades, com possibilidade de chuva acima de 60 milímetros por hora ou mais de 100 milímetros em 24 horas, além de ventos que podem ultrapassar os 100 km/h e ocorrência de granizo.
Os reflexos do sistema também devem alcançar parte do Mato Grosso do Sul, São Paulo e o Sul de Minas Gerais. No entanto, nessas regiões, os efeitos tendem a ser mais limitados. Em São Paulo, por exemplo, a frente fria associada ao ciclone deve provocar pancadas de chuva entre a tarde de sexta, dia 7 de agosto e a manhã de sábado, dia 8 de agosto, especialmente na capital, Região Metropolitana, litoral sul e região de Itapetininga.
ANÚNCIOS
No Rio de Janeiro, a previsão aponta apenas aumento da nebulosidade e possibilidade de chuva fraca no domingo, dia 9 de agosto. Ainda conforme os especialistas, as rajadas de vento no Sudeste não devem atingir a intensidade observada na Região Sul, ficando próximas de 70 km/h.
A Defesa Civil recomenda que, durante os temporais, a população procure locais seguros, evite permanecer próximo de árvores, postes, placas e muros, além de jamais tentar atravessar ruas alagadas. Embora o ciclone se forme sobre o oceano, são as tempestades associadas ao sistema que representam os maiores riscos em terra, tornando essencial o acompanhamento constante das atualizações meteorológicas.