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A gravidez exige acompanhamento constante, especialmente quando a gestante enfrenta situações capazes de comprometer sua saúde e a do bebê. Em casos de nascimento muito antes do período previsto, equipes médicas recorrem a cuidados intensivos para ampliar as possibilidades de recuperação da criança.
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Vitória Alves Pellegrini permanecia hospitalizada após ficar ferida em um capotamento ocorrido no dia 8 de agosto, na rodovia TO-222, no norte do estado. Ela estava em um veículo que seguia de Babaçulândia em direção a Araguaína quando o automóvel deixou a pista e capotou.
Thor Mariano da Silva, de 21 anos, companheiro da jovem, e Paulo Clímaco Netto, de 20, morreram no acidente. Durante a internação, Vitória foi submetida a um procedimento cirúrgico no fêmur. A tia da jovem fez um desabafo comovente:
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“Ela foi fazer uma cirurgia no fêmur, porém, ao começar o procedimento, Vitória teve uma parada cardíaca. Por isso, precisou fazer uma cesariana de emergência. A criança nasceu com 800 gramas. Ela precisa de reposição de sangue e, por isso, estamos fazendo uma mobilização. Vitória segue na UTI em estado grave”, disse.
O bebê nasceu prematuro, com seis meses e duas semanas de gestação e aproximadamente 800 gramas. A criança foi levada para uma UTI Neonatal e, conforme informações repassadas pela família, apresenta quadro estável.
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Não há informações atuais sobre o estado de saúde do bebê. A condição da mãe, por outro lado, motivou parentes a iniciarem uma mobilização para conseguir doações de sangue destinadas à reposição necessária durante seu tratamento.
O caso também reforça a importância da solidariedade entre doadores, principalmente quando famílias enfrentam momentos delicados e dependem do suporte da rede de saúde e da comunidade. As causas do acidente estão sob investigação das autoridades competentes.