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Na última quinta-feira (23/04), a defesa do MC Poze quebrou o silêncio após o famoso ser alvo de um mandado de prisão preventiva. Pouco antes, Poze chegou a ter em seu favor um habeas corpus, que foi desconsiderado.
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Poze, assim como outros 35 investigados, incluindo o MC Ryan SP e o dono da Choquei, é suspeito de integrar uma organização criminosa que tinha como objetivo a lavagem de dinheiro do crime organizado.
O artista esta sendo representado pelo advogado Fernando Henrique Cardoso, que afirmou estar confiante sobre a situação do cantor. O advogado minimizou os impactos da prisão preventiva.
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“Não há nada de novo em relação a Marlon Brandon neste novo decreto prisional. Levaremos os motivos que devem revogar esta prisão à Justiça, sempre confiantes no Poder Judiciário”, disse.
A prisão é resultado de um pedido da Polícia Federal, que conduz a Operação Narco Fluxo. Segundo as investigações, o esquema teria sido capaz de movimentar cerca de R$1.6 bilhão, todo de origem criminosa.
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Poze tem histórico de problemas com a polícia
O cantor, que agora é alvo de um mandado de prisão preventiva, tem um histórico de problemas com a polícia. Poze já foi alvo da polícia civil em algumas ocasiões, frequentemente acusado de envolvimento com facções criminosas.
Anos atrás, Poze chegou a ser detido, acusado de apologia ao crime com suas músicas. Mais recentemente, foi novamente preso, mais uma vez acusado de envolvimento com o crime.
Agora, o cantor enfrenta acusações semelhantes, mas em um inquérito conduzido pela Polícia Federal. De acordo com as investigações, o dinheiro movimentado teria origem, dentre outras, de apostas e rifas ilegais.
Segundo as informações já divulgadas, a Polícia Federal investiga o caso sob tese de envolvimento do Primeiro Comando da Capital, uma das maiores facções do país.