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A procura pelos pequenos Ágatha Isabelly, de seis anos, e Allan Michael, de quatro, atinge o vigésimo quinto dia nesta quarta-feira (28) sem que qualquer sinal de sua localização tenha sido estabelecido.
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O grupamento operacional permanece em atividade em zonas de vegetação e na margem oposta do Rio Mearim, localidade onde animais de faro chegaram a detectar odor condizente com o dos menores.
Mesmo após inspeções detalhadas por vias terrestres, fluviais e aéreas, as guarnições não obtiveram novas evidências, o que resultou na diminuição do contingente de campo e no fortalecimento das diligências investigativas.
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O subcomandante operacional da instituição policial civil, Ederson Martins, esclareceu que a ausência de novos elementos mantém todas as possibilidades em aberto, embora a diretriz primordial da apuração aponte que os jovens tenham se extraviado na floresta.
Paralelamente, a autoridade policial de São Paulo invalidou a suposição de que os irmãos teriam sido avistados em uma hospedaria na região central da metrópole paulista, após agentes comparecerem ao local.
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Durante o período de vinte e cinco dias, a coalizão de segurança examinou uma extensão superior a duzentos quilômetros em manobras por solo e água, abrangendo setores de mata densa e de complexa penetração.
A autoridade marítima detalhou que dezenove quilômetros do Rio Mearim foram vistoriados, com cinco quilômetros submetidos a uma análise exaustiva, incluindo o uso de tecnologia de sonar de varredura lateral para o mapeamento de profundidade.
Desde a última sexta-feira, as atividades passaram a ser executadas de maneira pontual, baseadas em informações da inteligência policial, uma vez que as áreas originalmente delimitadas já foram totalmente percorridas sem sucesso.
A pasta de Segurança Pública maranhense informou que o efetivo continua em estado de prontidão para reativar os esforços em pontos determinados caso surjam novos indícios.
O esforço concentrado reuniu mais de um milhar de colaboradores, entre agentes governamentais e auxiliares civis, mantendo a estrutura logística fixada no território quilombola de São Sebastião dos Pretos, ponto de origem do desaparecimento.