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A defesa de Joelma se pronunciou após a repercussão envolvendo a mansão onde Ximbinha morava, em Ananindeua, no Pará. Em nota, os advogados da cantora afirmaram que o imóvel não poderia ter sido negociado.
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Segundo a nota, o imóvel não pertencia apenas a Ximbinha, o que em tese invalida qualquer tipo de negociação mantida apenas por ele. Os advogados alertaram que uma eventual venda ou locação poderá ser invalidada pela Justiça.
Segundo a defesa, a residência foi construída durante o casamento de Joelma e Ximbinha, está registrada em nome da cantora e é alvo de uma decisão judicial que reconhece a copropriedade do imóvel.
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A defesa também orientou possíveis interessados a verificar a situação do imóvel no cartório de registro antes de fechar qualquer negócio, destacando que a compra de um bem em processo de partilha pode trazer dificuldades para a transferência da propriedade e até para a recuperação do valor investido.
De onde surgiu a história:
As atenções sobre o imóvel surgiram após o jornalista Felipeh Campos expor uma suposta perda da mansão. Ximbinha morava no local e teria perdido o imóvel para um agiota, que inclusive já teria se mudado para a propriedade.
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Anda segundo o colunista, a situação já teria se concretizado e Ximbinha, inclusive, teria se mudado para o apartamento da filha, de 21 anos. Depois da repercussão, a equipe do guitarrista negou as informações e afirmou que a mudança de residência já estava planejada havia meses.
Em nota, a assessoria declarou que Ximbinha não enfrenta dificuldades financeiras e segue cumprindo normalmente sua agenda de shows e demais compromissos profissionais. A nota, no entanto, não expos a condição do imóvel.
A defesa de Joelma garante que o guitarrista não tem autonomia jurídica para negociar a mansão, ou usa-la como garantias, sem a autorização da cantora, que é listada como coproprietária.