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Pelas redes sociais, logo após ser alvo de um mandado de prisão preventiva, Agostina Páez afirmou estar com medo de ser presa no Brasil. A advogada argentina responde a inquérito por racismo.
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Agostina foi denunciada após atacar funcionários de um bar, no Rio de Janeiro, com gestos e ofensas racistas. Enquanto responde a inquérito, ela esta impedida de voltar para a Argentina e deve usar tornozeleira eletrônica.
Nesta semana, após ser alvo de um mandado de prisão preventiva, Agostina usou as redes sociais para desabafar e fazer um apelo. A argentina, que é advogada em seu país natal, afirmou estar com medo.
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“Estou desesperada, morrendo de medo, e faço este vídeo para que a situação que estou vivendo ganhe repercussão”, declarou. Agostina também pediu ajuda e pediu para não ser usada pela Justiça brasileira “como exemplo”. No vídeo, Agostina também alega estar tendo seus direitos violados.
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Agostina chegou a ser presa após a ordem de prisão preventiva, mas deve ser solta em breve. Ainda nesta sexta, a Justiça do Rio voltou atrás e revogou o mandado de prisão, horas depois da prisão.
Após investigação da Polícia Civil, Agostina foi indiciada por injúria preconceituosa racial e se tornou ré. Segundo inquérito, Agostina e um grupo de amigos se desentenderam com funcionários de um bar, após uma confusão no pagamento da conta.
Ao sair do estabelecimento, Agostina proferiu insultos racistas e fez gestos de macaco para ofender os funcionários. A Polícia foi acionada e filmagens feitas por testemunhas foram usadas no processo.
O caso de Agostina tem repercutido também em território argentino, onde as opiniões se dividem. Na Argentina, não existe lei equiparada a lei brasileira contra o racismo. Não à toa, esta não é a primeira vez que um cidadão argentino é preso no Brasil por racismo.