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A dor das famílias dos três funcionários mortos em Salvador continua a crescer à medida que novos detalhes vêm à tona sobre o caso que abalou a cidade.
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As famílias de Antônio da Silva Souza (44), Jackson Santos Macedo (41) e Patrick Vinícius dos Santos Horta (28), técnicos de uma empresa de internet, vivem dias de angústia e revolta após a divulgação de áudios.
Os áudios apontam que o chefe dos trabalhadores teria assistido, por chamada de vídeo, à tortura das vítimas e recusado o pagamento exigido por criminosos. De acordo com as investigações, os três funcionários foram sequestrados no bairro Alto do Cabrito, onde prestavam serviços de instalação.
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As mensagens que circulam nas redes sociais indicam que integrantes de uma facção criminosa entraram em contato com um representante da empresa Planet Internet, exigindo o pagamento de R$ 8 mil, uma suposta “taxa” para liberar os técnicos.
Mesmo vendo o sofrimento dos trabalhadores durante a ligação, o chefe teria se recusado a pagar o valor. Em nota oficial, a empresa lamentou o ocorrido e afirmou que está prestando apoio aos familiares, mas não comentou o conteúdo dos áudios. Ouça:
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https://www.instagram.com/reel/DSYAF5agahi/
“Estamos priorizando o acolhimento das famílias neste momento. É uma dor imensurável para todos os nossos colaboradores”, disse o comunicado.
A Polícia Civil da Bahia segue investigando o caso, que estaria ligado ao domínio de uma facção na região. A Secretaria de Segurança Pública reforçou que equipes das polícias Militar e Civil continuam realizando operações para identificar e prender os responsáveis.
Nas redes sociais, a comoção é grande. Colegas das vítimas organizaram homenagens e pedem justiça. O episódio reacende o debate sobre a insegurança de trabalhadores em áreas dominadas pelo crime, onde até o direito de exercer a profissão pode se tornar um risco.