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Casos que envolvem crianças despertam forte comoção e costumam mobilizar rapidamente autoridades, profissionais da saúde e órgãos de proteção. Sempre que há indícios de que um menor possa ter sido colocado em situação de risco, a prioridade passa a ser o atendimento médico, a preservação de provas e a investigação para esclarecer os fatos.
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Especialistas destacam que a proteção infantil depende da atuação conjunta de familiares, serviços públicos e forças de segurança. A apuração cuidadosa é fundamental para identificar responsabilidades e garantir que todas as circunstâncias sejam analisadas com base em evidências.
A mãe da bebê Helena prestou depoimento à Polícia Civil e falou pela primeira vez sobre os acontecimentos que antecederam a morte da filha, registrada na manhã da última segunda-feira (13), em um hospital de Fortaleza, no Ceará.
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Segundo o relato, ela estava com a criança em um encontro realizado no apartamento de um jovem de 22 anos, com quem havia iniciado um relacionamento casual poucos dias antes.
Durante o período em que permaneceu no imóvel, a mulher afirmou ter percebido que a filha apresentava sinais de que algo não estava bem. Em seu depoimento, ela informou que encontrou um dos homens presentes muito próximo da bebê justamente no momento em que notou a alteração no estado da criança.
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Inicialmente, a mãe acreditou que a filha estivesse engasgada e buscou ajuda de equipes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros que estavam nas proximidades do condomínio. Como não conseguiu atendimento imediato, decidiu levar a bebê diretamente para uma unidade hospitalar em busca de socorro.
Apesar dos esforços da equipe médica, Helena não resistiu. Durante o atendimento, os profissionais de saúde identificaram indícios que motivaram a comunicação imediata às autoridades, dando início a uma investigação para esclarecer o que ocorreu antes da chegada da criança ao hospital.
De acordo com informações que constam no processo, cinco pessoas estavam no apartamento naquele momento: a mãe da bebê, o jovem com quem ela mantinha o relacionamento, um primo dele e outros dois familiares.
A Polícia Civil continua reunindo depoimentos, analisando provas e realizando diligências para reconstruir a sequência dos acontecimentos e definir a participação de cada envolvido, enquanto o caso segue sob investigação.