Confirmação da morte de querida professora deixa população de cidade do interior de Goiás desolada

Familiares e amigos prestaram homenagens nas redes sociais.

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A cidade de Anápolis, na região metropolitana de Goiânia, foi marcada por um sentimento de comoção e perda com a morte da professora Shirlane Gonçalves Telles, de 58 anos.

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Educadora dedicada, esposa, mãe de dois filhos e avó de três netos, ela deixou uma trajetória marcada por comprometimento com a educação, fé e acolhimento à comunidade.

Shirlane lecionava Biologia no Colégio Estadual da Polícia Militar de Goiás Arlindo Costa (CEPMG) e também era conhecida por sua atuação religiosa ao lado do marido, com quem era bispa na Igreja Assembleia de Deus Ministério de Missões.

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Internada desde o dia 17 de dezembro na Santa Casa de Misericórdia de Anápolis, a professora não resistiu às complicações de uma pneumonia, que se agravou em meio a um tratamento contra a leucemia, doença contra a qual lutava há cerca de um ano e meio.

Segundo familiares, seu quadro de saúde se deteriorou após iniciar o uso de antibióticos, devido à baixa imunidade, o que dificultou a alimentação e agravou o enfraquecimento físico.

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A história de vida de Shirlane também inclui momentos de superação desde a infância. Natural do Rio de Janeiro, foi criada inicialmente pelos avós em Minas Gerais e, mais tarde, viveu em Brasilândia, no Distrito Federal, onde atualmente residem seus filhos e netos.

Sua vida foi marcada por generosidade e empatia, refletidas em seu trabalho como educadora e em sua atuação espiritual. Colegas e ex-alunos expressaram profundo pesar nas redes sociais e em manifestações públicas.

O CEPMG divulgou nota de pesar, destacando sua dedicação e impacto positivo na formação dos estudantes. Fiéis da igreja onde ela atuava também compartilharam relatos emocionados sobre o apoio que recebiam dela, tanto espiritual quanto emocional.

Amigos próximos destacaram seu senso de humor, inteligência e capacidade de ouvir e orientar. Para muitos, ela foi não apenas uma professora ou líder religiosa, mas também uma conselheira e amiga.

Sua partida deixa uma lacuna entre os que conviviam com ela, mas também um legado de amor, fé e dedicação que será lembrado por todos que cruzaram seu caminho.

A morte de Shirlane reforça a importância de atenção a condições de saúde como a leucemia e os riscos de infecções associadas a tratamentos prolongados. A comunidade escolar e religiosa de Anápolis se une agora em homenagens, refletindo sobre a força do vínculo que a professora construiu em sua jornada de vida.

Escrito por

Fabiana Batista Stos

Jornalista digital, com mais de 10 anos de experiência em criação de conteúdo dos mais diversos assuntos. Amo escrever e me dedico ao meu trabalho com muito carinho e determinação.