ANÚNCIOS
O meia colombiano James Rodríguez, de 35 anos, conhecido pelas atuações na seleção de seu país e em clubes do futebol internacional, também investe em negócios fora dos gramados. O principal deles está ligado ao agronegócio, com foco na produção e comercialização de cafés especiais, um dos produtos mais representativos da Colômbia.
ANÚNCIOS
Segundo o Salaray Sport, com repercussão da GQ, o patrimônio do jogador é estimado em cerca de R$ 490,2 milhões. A iniciativa demonstra o planejamento do atleta para ampliar suas fontes de renda enquanto ainda está em atividade. Em vez de concentrar investimentos apenas em imóveis ou aplicações financeiras, James decidiu apostar em um setor tradicional da economia colombiana.
O projeto ganhou forma com o lançamento de uma marca própria de cafés especiais, identificada pelo nome e pela identidade visual do jogador. A proposta é valorizar a qualidade do café colombiano, reconhecido internacionalmente pelo sabor, pela acidez equilibrada e pelos métodos de cultivo e colheita empregados em regiões montanhosas.
ANÚNCIOS
De acordo com reportagens do portal Globo Rural, James acompanha diferentes etapas da produção, desde a escolha dos grãos até a definição do perfil de torra oferecido aos consumidores. A estratégia também prevê a expansão da marca para mercados internacionais.
Para ampliar a visibilidade dos produtos, o jogador lançou edições temáticas e limitadas em períodos ligados ao calendário do futebol. Antes de competições de alcance mundial, como a Copa do Mundo, foram disponibilizados lotes especiais voltados tanto aos torcedores quanto aos apreciadores de cafés gourmet.
ANÚNCIOS
A ação aproximou dois símbolos da Colômbia: o futebol e a cafeicultura. As embalagens exclusivas e os grãos selecionados de safras especiais ajudaram a fortalecer a identidade da marca durante eventos esportivos de grande repercussão.
O investimento de James acompanha um movimento observado entre atletas de alto rendimento, que buscam diversificar seus patrimônios antes mesmo do encerramento da carreira. A escolha pelo café reforça a ligação do meia com um dos principais setores econômicos de seu país.