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Uma tragédia abalou a cidade de Vargem Grande, no interior do Maranhão, com a morte prematura de Mari Clayre Souza Moraes, uma criança de apenas 3 anos de idade.
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O incidente ocorreu após ela ser atingida por um disparo acidental que foi efetuado por seu irmão, de apenas 8 anos, enquanto ambos estavam sob os cuidados de um casal de idosos.
Segundo informações da Polícia Militar do Maranhão, a mãe havia deixado os dois na residência, onde o menino acabou encontrando uma espingarda calibre 32 escondida em um dos compartimentos da casa.
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O disparo atingiu a região do abdômen da menina, gerando uma mobilização imediata para salvá-la. Mari Clayre foi levada inicialmente ao hospital local de Vargem Grande.
Porém, devido à extrema gravidade da lesão, os médicos decidiram por sua transferência para uma unidade de saúde em São Luís. Infelizmente, a pequena não resistiu ao trajeto e faleceu antes de chegar à capital maranhense.
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A Polícia Civil já iniciou as investigações para identificar o proprietário da arma e entender por que um objeto de tamanha periculosidade estava armazenado de forma tão insegura, ao alcance de crianças.
Este episódio reacende a dor de um caso muito semelhante registrado em 2025, na cidade de Santa Inês. Naquela ocasião, o menino José Carlos Sousa de Azevedo Filho, de 4 anos, também perdeu a vida em um acidente doméstico envolvendo uma arma de fogo.
O disparo, também acidental, partiu da arma de seu pai, um sargento da Polícia Militar, que realizava a limpeza do equipamento momentos antes da tragédia ter acontecido e tirado a vida do menino.
Ambos os casos reforçam o alerta constante sobre os perigos da presença de armas em ambientes com crianças e a necessidade absoluta de armazenamento sob rigoroso controle.