De cortar o coração: Laudo traz detalhes que apontam como foram os últimos momentos de vida de Juliana

O caso comoveu o Brasil.

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Explorar trilhas e montanhas é um hábito comum entre jovens aventureiros que buscam contato com a natureza e desafios físicos. No entanto, essas atividades exigem preparação adequada, atenção às condições do terreno e, principalmente, estruturas eficientes de resgate em casos de emergência.

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O caso recente de Juliana Marins, publicitária brasileira de 26 anos, reforça a importância dessas garantias para quem se aventura em trilhas internacionais. Juliana sofreu um acidente enquanto percorria a trilha do Monte Rinjani, na Indonésia.

Segundo informações compartilhadas pela polícia local à Polícia Civil do Rio de Janeiro, ela teria morrido entre um e três dias após a queda. O acidente ocorreu em 21 de junho, e o corpo da jovem foi localizado apenas na noite do dia 24, por voluntários que auxiliavam os serviços de resgate indonésios.

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Drones operados por turistas chegaram a registrar imagens dela ainda com sinais de vida, cerca de 200 metros abaixo do ponto da queda, o que levanta questionamentos sobre a eficácia e a agilidade da operação de salvamento oficial.

Um laudo do Instituto Médico-Legal do Rio de Janeiro, solicitado pela família e realizado após decisão judicial, confirmou que Juliana morreu em decorrência de múltiplos traumas provocados por uma queda de grande altura.

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A análise apontou que a causa imediata da morte foi uma hemorragia interna resultante de lesões graves em diversos órgãos, compatíveis com um impacto de alta energia. Os peritos concluíram que ela sobreviveu por no máximo 15 minutos após a queda, indicando que a morte foi praticamente imediata.

A Defensoria Pública da União, acompanhando o caso, já manifestou a possibilidade de recorrer a tribunais internacionais caso se confirme omissão ou negligência por parte das autoridades indonésias.

Uma entrevista coletiva com os peritos e a família de Juliana está prevista para os próximos dias, quando serão discutidas novas medidas. O episódio chama atenção para a necessidade de protocolos internacionais mais eficientes para o resgate de turistas em áreas de difícil acesso.

Escrito por

Fabiana Batista Stos

Jornalista digital, com mais de 10 anos de experiência em criação de conteúdo dos mais diversos assuntos. Amo escrever e me dedico ao meu trabalho com muito carinho e determinação.