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Na última segunda-feira (15/12), a família da advogada Juliane Vieira, de 28 anos, confirmou um importante progresso feito. Juliane despertou pela primeira vez desde que foi internada, após enfrentar um incêndio no apartamento da família.
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Juliane ficou cerca de dois meses em coma induzido, no Centro de Tratamento de Queimados do Hospital Universitário de Londrina. A advogada sofreu queimaduras em 90% do corpo, após um ato heroico.
A advogada ajudou no resgate de sua mãe e de um primo, quando o apartamento da família foi pego em chamas. Para isso, ela ficou em pé no suporte de ar-condicionado, no 13º andar do prédio.
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No entanto, depois de socorrer a família, Juliane teve dificuldade para voltar para o apartamento de baixo, quando acabou sendo alcançada pelas chamas. A mãe de Juliane teve queimaduras nas vias respiratórias e sofreu queimaduras nas pernas e rosto. Ela ficou internada por 11 dias, no Hospital São Lucas, em Cascavel, e recebeu alta.
Já o primo, por sua vez, recebeu alta hospitalar depois de passar 16 dias internado. Ele sofreu queimaduras nas mãos e nas pernas, precisando ser transferido para um hospital em Curitiba.
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Dois bombeiros que participaram do socorro também sofreram queimaduras e precisaram de atendimento médico, mas receberam alta de forma mais rápida. As imagens do resgate foram feitas por testemunhas e viralizaram nas redes sociais.
Na última segunda-feira (15/12), familiares explicaram que o estado de saúde de Juliane ainda é grave e inspira cuidados, mas a advogada apresentou melhora. Pela primeira vez, ela se comunicou com a família.
No fim do mês passado, a Polícia Civil encerrou as investigações sobre o incêndio e concluiu que o incêndio foi acidental e começou na cozinha do apartamento, se alastrando rapidamente pelo imóvel.