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Nesta semana, o nome do ex-deputado Eduardo Bolsonaro voltou as manchetes. Morando nos EUA desde o começo de 2025, Eduardo enfrenta uma situação delicada no Brasil em relação a carreira profissional.
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No mês passado, Eduardo já tinha amargado uma difícil decisão da Câmara dos Deputados, quando teve o mandato cassado pelo excesso de faltas. Agora, o ex-deputado corre o risco de perder o emprego.
Antes de se eleger e dar andamento a carreira política, Eduardo era escrivão concursado da Polícia Federal. No entanto, agora corre o risco de ser exonerado por não se reapresentar ao cargo.
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Através da ato administrativo, a PF cobrou o retorno imediato de Eduardo ao cargo, sob risco de perder o cargo. Pelas redes sociais, Eduardo se manifestou sobre a determinação e fez críticas.
“Não abdiquei de todos os privilégios parlamentares para me sujeitar aos caprichos dos bajuladores de tiranos, que chefiam a Polícia Federal. Que a Gestapo faça o que bem entender com meu concurso público, jamais trocaria minha honra por um emprego na burocracia pública”, afirmou Eduardo no Twitter (X).
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Pela decisão da Polícia Federal, Eduardo deveria se reapresentar na delegacia de Angra dos Reis. O ex-deputado, no entanto, já deixou claro que não vai acatar a determinação, mesmo sob risco de perder o cargo.
Ainda em seu pronunciamento, Eduardo voltou a alegar que sofre “perseguição judicial” e que não existe “normalidade democrática” no Brasil. Com base nessas alegações, ele defende a decisão de permanecer nos EUA.
No mesmo pronunciamento, Eduardo expressou medo de perder o porte de arma e da pistola funcional, que detém por ocupar cargo na Polícia Federal, além de expor o medo de perder a aposentadoria vinculada à PF. Apesar de afirmar que não pretende voltar ao Brasil, afirmou que vai lutar para manter o cargo.