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Neste domingo (24), a família Bolsonaro relatou que a mãe do senador Flávio Bolsonaro e os avós paternos foram feitos reféns durante um assalto na residência da família, no Rio de Janeiro.
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De acordo com os relatos divulgados nas redes sociais, criminosos armados invadiram o imóvel pela manhã, renderam os idosos, ambos com mais de 80 anos, e também Rogéria Bolsonaro, mãe de Flávio e Eduardo Bolsonaro.
Segundo a versão apresentada, os assaltantes afirmaram que sabiam da existência de dinheiro enviado por Jair Bolsonaro à família e, por isso, exigiam valores em espécie.
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Durante a ação, os suspeitos amordaçaram os avós, reviraram a casa e ameaçaram Rogéria, provocando momentos de desespero. Apesar da violência psicológica e da intimidação, todos sobreviveram ao episódio sem ferimentos graves.
Flávio Bolsonaro publicou um vídeo no Instagram narrando o ocorrido e pedindo providências para que os responsáveis sejam identificados e presos. Eduardo Bolsonaro, por sua vez, utilizou o X (antigo Twitter) para denunciar a invasão e acusou o ministro Alexandre de Moraes de, indiretamente, expor sua família ao risco.
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Ele associou o assalto às investigações conduzidas contra aliados do ex-presidente, alegando que o bloqueio de suas contas bancárias dificulta até mesmo medidas de proteção à família.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga o caso e deve utilizar câmeras de segurança e depoimentos para identificar os autores do crime. As autoridades ainda não confirmaram o número de envolvidos nem se os suspeitos tinham informações privilegiadas sobre a família.
O episódio reacende o debate sobre a vulnerabilidade de residências particulares, mesmo de figuras públicas, e levanta questionamentos sobre a exposição de familiares de políticos em meio a tensões judiciais e políticas.
Além da investigação policial, permanece a preocupação com a segurança de idosos em situações semelhantes, já que se tornam alvos fáceis em casos de invasão domiciliar.