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Movimentações intensas em edifícios comerciais fazem parte da rotina de grandes cidades brasileiras. Elevadores, presentes em praticamente todos esses espaços, são fundamentais para garantir o deslocamento rápido entre os andares.
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No entanto, quando ocorre alguma falha ou situação inesperada envolvendo esses equipamentos, o episódio costuma gerar preocupação entre frequentadores e trabalhadores, especialmente em locais com grande circulação diária de pessoas.
Foi nesse contexto que um incidente envolvendo um elevador chamou a atenção de quem estava na Galeria Santo Antônio, um prédio comercial localizado no bairro de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife.
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O edifício possui 15 pavimentos e aproximadamente 240 lojas. Na quarta-feira, 4 de março, um dos elevadores do local caiu vários andares e deixou alguns ocupantes feridos, entre eles uma mulher grávida e uma idosa.
De acordo com relatos de quem estava na cabine, o problema começou após o elevador parar no nono andar. Em seguida, o equipamento tentou seguir até o décimo primeiro pavimento, mas apresentou dificuldade para subir.
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Um dos passageiros contou que percebeu irregularidades já ao entrar no elevador, notando que o alinhamento entre o piso e a cabine não estava totalmente correto. Quando o elevador iniciou a tentativa de subida, perdeu força e começou a descer rapidamente até o térreo.
Durante a descida, as portas permaneceram abertas em alguns momentos, permitindo que os passageiros vissem os andares passando. Quando o elevador chegou ao piso térreo, houve um impacto que assustou todos que estavam dentro da cabine.
Entre os ocupantes estavam uma gestante de seis meses e uma senhora que havia passado recentemente por uma cirurgia no joelho, o que dificultou sua movimentação após o ocorrido.
Após a parada, lojistas que estavam na galeria ajudaram a retirar os passageiros utilizando a chave de emergência do elevador e acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência.
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A administração do prédio informou que as manutenções estão atualizadas e atribuiu o episódio ao excesso de pessoas na cabine, alegando que o limite permitido seria de seis ocupantes. Já uma das passageiras afirmou que apenas sete pessoas estavam no local.
O caso levanta discussões importantes sobre segurança em equipamentos de transporte vertical e a necessidade de fiscalização constante, além da conscientização dos usuários sobre o respeito às capacidades indicadas e protocolos de utilização em espaços coletivos.