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Nesta quinta-feira (07/05), o segundo suspeito de envolvimento nas agressões contra uma empregada doméstica, de apenas 19 anos e grávida, se entregou à polícia. O homem nega participação no crime.
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A polícia confirmou a identidade do investigado, trata-se do policial militar Michael Bruno Lopes Santos. Ele é quem a polícia acredita ter participado das agressões contra a vítima.
A principal investigada é a empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, dona da casa onde se deram as agressões e patroa da vítima. O crime foi motivado pela suspeita de que a vítima teria furtado um anel – o que posteriormente foi descartado.
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Michael se apresentou à polícia nesta quinta-feira, depois da confirmação da prisão de Carolina no Piauí, enquanto tentava fugir. Para a polícia civil, o PM contou que conhecia Carolina há seis anos.
Para a polícia, Michael alegou que recebeu uma ligação do marido de Carolina no dia 16, um dia antes das agressões. Ele afirma que o homem pediu por alguns documentos, para aumentar o score de um cliente. Michael afirma que esteve no apartamento da investigada no dia 17 e entregou os documentos.
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Sobre as agressões, ele negou envolvimento. No entanto, um áudio gravado pela própria Carolina a um grupo de amigos é incriminador. Nas gravações, a empresária descreve com detalhes os crimes contra a vítima.
Nas gravações, Carolina afirma que Michael chegou em sua casa armado e que os dois passaram a questionar a vítima sobre o anel. Sem nenhum constrangimento, Carolina descreve as agressões e humilhações contra a vítima.
Ainda no áudio, a agressora chega a dizer que bateu “até a mão inchar” e que teve ajuda da polícia, que chegou a ir no local, mas não a conduziram para a delegacia porque ela era conhecida.