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Gustavo Henrique Lara, de 27 anos, perdeu a vida depois de participar de uma cerimônia tradicional promovida por uma escola de aviação em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná. A Polícia Civil prendeu em flagrante o instrutor que realizou o chamado “banho de óleo”, mas ele foi liberado após recolher fiança de R$ 3 mil e responderá ao caso em liberdade.
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Segundo a Polícia Civil, um instrutor lançou uma substância sobre o jovem durante a cerimônia conhecida como “banho de óleo”, prática tradicional adotada por algumas escolas para marcar conquistas de alunos, como o primeiro voo solo ou o encerramento de fases do curso.
Após o procedimento, Gustavo passou mal e apresentou um quadro grave. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) prestaram os primeiros socorros e o encaminharam a um hospital, mas ele não resistiu.
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O instrutor compareceu espontaneamente à delegacia, confirmou ter participado da comemoração e foi preso em flagrante por homicídio culposo, quando não há intenção de matar. Após o pagamento de fiança no valor de R$ 3 mil, ele foi colocado em liberdade para responder ao processo.
De acordo com a investigação, não há, até o momento, elementos que indiquem que o suspeito pretendia provocar a morte da vítima. O ‘ritual’ seria uma tradição realizada com diversos alunos, segundo as informações disponíveis até o momento sobre o caso.
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A Polícia Civil apura agora qual substância foi utilizada, sua composição, a quantidade aplicada e se existe relação entre o líquido lançado durante o ritual e a morte do engenheiro. Também serão analisadas as áreas do corpo atingidas e as circunstâncias em que ocorreu a celebração.
Para esclarecer a causa da morte, foram solicitados exames necroscópico, toxicológico e químico-pericial. Além disso, investigadores irão ouvir testemunhas, familiares, participantes da cerimônia e analisar imagens e documentos relacionados ao caso.