Este adolescente morreu horas após ser dispensado de UPA e mãe fez relato devastador

O caso comoveu a população de cidade do interior de São Paulo.

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Segue o texto reescrito conforme solicitado, entre 310 e 350 palavras, sem plágio, sem título, sem negrito, sem citações, com linguagem humanizada, parágrafos de duas frases e sem apresentar como fato comprovado as alegações da família.

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Situações envolvendo atendimentos de urgência costumam gerar grande preocupação, principalmente quando pacientes apresentam piora poucas horas após receberem alta médica.

Em casos como esse, a apuração dos fatos e a análise dos procedimentos adotados são fundamentais para esclarecer o que aconteceu e oferecer respostas à família. A avaliação clínica em serviços de emergência é baseada nos sintomas apresentados no momento do atendimento, mas algumas doenças podem evoluir rapidamente.

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Por isso, quando há dúvidas sobre a assistência prestada, é comum que familiares solicitem investigações para verificar se todos os protocolos foram seguidos. O adolescente Caio Vinicius de Oliveira, de 15 anos, morreu nesta quinta-feira, em São Carlos, um dia depois de ter sido atendido e liberado pela Unidade de Pronto Atendimento da Vila Prado.

O caso foi registrado inicialmente como morte natural, enquanto familiares questionam a conduta adotada durante o atendimento médico e também a atuação da equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

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Segundo a mãe, Beatris Regina de Lima, o filho começou a apresentar vômitos e fortes dores abdominais durante a madrugada de quarta-feira. Ela contou que o levou até a unidade de saúde, onde o adolescente recebeu medicações e, após relatar melhora dos sintomas, recebeu alta cerca de duas horas depois.

A Prefeitura de São Carlos informou que Caio foi avaliado pela equipe médica e liberado porque, naquele momento, não apresentava sinais considerados graves. A administração municipal também afirmou que o atendimento ocorreu conforme a avaliação clínica realizada na unidade.

De acordo com o relato da mãe, o adolescente permaneceu debilitado ao longo do dia, com fraqueza e dificuldade para permanecer em pé. Já durante a madrugada de quinta-feira, ele voltou a sentir-se mal, relatando dor no peito e tontura antes de perder a consciência em casa.

A família acionou o Samu imediatamente, e equipes de atendimento foram enviadas ao local. Beatris afirma que houve demora no início dos procedimentos de socorro e registrou em vídeo parte da ocorrência, alegando que o atendimento poderia ter começado mais rapidamente.

“Eu gravei até os vídeos da forma que ela me tratou, ela chegou com ambulância e ficou parada na frente do meu portão, enquanto ele passava mal. Eu fiquei nervosa, falei que ele tinha desmaiado. Eu falei o ‘meu filho está morrendo’, mas quando ela entrou e fez massagem cardíaca, ele já tinha morrido”, contou.

O velório de Caio está marcado para esta sexta-feira (26), no Velório Nossa Senhora do Carmo, com sepultamento previsto para o Cemitério Santo Antônio, em São Carlos. Para assistir ao vídeo CLIQUE AQUI!

Enquanto familiares aguardam esclarecimentos sobre o caso, a apuração das circunstâncias do atendimento poderá ajudar a determinar se houve alguma falha na assistência prestada ao adolescente.

Escrito por

Fabiana Batista Stos

Jornalista digital, com mais de 10 anos de experiência em criação de conteúdo dos mais diversos assuntos. Amo escrever e me dedico ao meu trabalho com muito carinho e determinação.